segunda-feira, 7 de junho de 2021

7 receitas para aumentar a imunidade


Confira receitas ricas em vitamina C e E, ácido fólico, zinco e outros nutrientes essenciais para o fortalecimento do sistema imunológico

 

Com a pandemia do novo coronavírus, muitas formas de prevenção estão sendo divulgadas, como por exemplo: higienizar as mãos sempre que possível com álcool gel, cobrir nariz e boca quando tossir ou espirrar e evitar aglomerações.

 

Além dessas medidas, muitas pessoas têm buscado fortalecer seu sistema imunológico como forma de proteção ao vírus. Por isso, separamos sete receitas que podem ajudar a aumentar sua imunidade.

 

1. Suchá de hibisco com laranja

A mistura de suco de laranja com chá de hibisco tem como principal função reduzir a sensação de inchaço, porém a laranja, assim como as frutas cítricas no geral, são ricas em vitamina C, antioxidante que aumenta a resistência do organismo. Confira a receita da bebida de laranja.

 

2. Arroz colorido

Outro ingrediente que pode aumentar a imunidade por também ser rico em vitamina C é o pimentão, que está presente no saboroso arroz colorido. Confira a receita do acompanhamento rico em nutrientes.

 

3. Requeijão com talos de couve

Essa é outra receita que pode ajudar a aumentar a resistência do organismo por conter a couve, principal ingrediente da receita, rico em e ácido fólico. O nutriente auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo. Confira como fazer a receita para comer com torradas.

 

4. Barrinha de castanhas e banana sem açúcar

Para quem gosta de barrinhas, além de nutritiva, essa receita também auxilia na defesa do organismo, pois tem como principal ingrediente a castanha, que é rica em zinco e vitamina E, nutrientes que aumentam a imunidade. Veja a receita do lanche saudável.

 

5.Tomate recheado rico em proteínas

Além de ser uma fruta cítrica rica em vitamina C, o tomate ajuda a aumentar a imunidade, pois é um forte aliado no combate a doenças cardiovasculares, removendo radicais livres do organismo.

Esses compostos aceleram o envelhecimento celular e deixam o corpo mais propício a desenvolver doenças. Confira a receita do tomate recheado low carb.

 

6. Cookie de maçã e gengibre

Rico em vitaminas C, B6 e com ação bactericida, o gengibre vai além de ajudar a tratar inflamações da garganta e auxilia nas defesas do organismo. Confira passo a passo dessa receita de doce saudável e nutritivo para adultos e crianças.

 

7. Iogurte grego caseiro

O consumo regular de iogurte ajuda a recompor as bactérias benéficas da flora intestinal, chamadas probióticos. Esses microrganismos contribuem para aumentar a imunidade. Veja a receita de iogurte caseiro, alternativa para substituir o industrializado.

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/alimentacao/materias/36051-7-receitas-para-aumentar-a-imunidade?utm_source=news_mv&utm_medium=AL&utm_campaign=9130711 - Escrito por Redação Minha Vida

domingo, 6 de junho de 2021

Tem refluxo? Veja as causas, os fatores de risco e os cuidados


A doença do refluxo gastresofágico (DRGE) é a condição que se desenvolve quando o conteúdo do estômago retorna ao esôfago e provoca sintomas desagradáveis e complicações. Afeta cerca de 12% a 20% da população brasileira, de acordo com a Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva e Neurogastroenterologia (SBMDN). Dentre os principais fatores de risco está a obesidade, e a grande maioria dos pacientes se beneficia quando emagrece. O tratamento consiste em uso de medicação para diminuir a produção de ácido pelo estômago.

 

Mas de acordo com o cirurgião oncológico Robson de Freitas Moura, diretor da Associação Bahiana de Medicina (ABM), é fundamental que o tratamento esteja associado a um estilo de vida mais saudável.  “É preciso promover mudanças nos hábitos, como evitar alimentos muito condimentados, evitar pimenta, evitar comer e deitar para dormir de imediato, evitar cigarro e, e sobretudo, perder peso, caso seja obeso. Tudo isso é parte fundamental para o sucesso do tratamento”, esclarece o médico.

 

Caso o tratamento clínico não traga resultado, podem surgir complicações, como úlceras e o desenvolvimento de uma doença chamada esôfago de Barrett. Por isso, além do tratamento clínico pode ser necessário o tratamento cirúrgico através de laparascopia com anestesia geral.

 

Causas

 

Além da obesidade, alimentação muito condimentada e uso de bebida alcoólica, outros fatores estão associados às causas da DRGE:

• Alterações no esfíncter que separa o esôfago do estômago (que deveria funcionar como uma válvula para impedir o retorno dos alimentos)

• Hérnia de hiato provocada pelo deslocamento da transição entre o esôfago e o estômago, que se projeta para dentro da cavidade torácica

• Fragilidade das estruturas musculares existentes na região

 

Fatores de risco:

De acordo com os especialistas, a obesidade é um forte fator de risco para a DRGE e os episódios de refluxo tendem a diminuir quando a pessoa emagrece. Outros fatores de risco são:

 

• Refeições volumosas antes de se deitar

• Comer e deitar imediatamente

• Aumento da pressão intra-abdominal

• Ingestão de alimentos como café, chá preto, chá mate, chocolate, molho de tomate, comidas ácidas, bebidas alcoólicas e gasosas

 

Sintomas

 

• Azia ou queimação que se origina na boca do estômago, mas pode atingir a garganta

• Dor torácica intensa, que pode ser confundida com a dor da angina e do infarto do miocárdio

• Tosse seca

• Doenças pulmonares de repetição, como pneumonias, bronquites e asma

 

Diagnóstico:

 

O diagnóstico da DRGE se inicia com uma consulta para identificar os sintomas característicos baseado no histórico clínico do paciente, bem como definir sua intensidade, duração e frequência. O médico pode solicitar alguns exames, como endoscopia digestiva alta e a pHmetria, que são importantes para estabelecer o diagnóstico definitivo

 

Esôfago de Barrett e o risco de câncer

 

De acordo com a SBMDN, estimativas sugerem que mais de 95% dos pacientes com esôfago de Barrett também têm DRGE. E Dr. Robson chama a atenção para a essa doença, por ser grave risco para desenvolvimento de câncer, e costuma surgir quando a doença do refluxo não é devidamente tratada e se torna uma inflamação crônica. “O esôfago de Barrett é a causa mais comum do câncer de esôfago, por isso é muito importante que o paciente com DRGE faça o tratamento adequado para evitar mais essa complicação”, alerta o oncologista.

 

Prevenção e recomendações

 

• Não se automedique se tiver episódios repetidos de azia ou queimação. Procure um médico

• Evite alimentos muito condimentados, ricos em gorduras, e também cítricos, café, chá, chocolate

• Evite bebidas alcoólicas, e as que possuem gás

• Evite cigarro

• Se tiver com sobrepeso ou obesidade, procure emagrecer

• Não use cintos ou roupas apertadas na região do abdome

• Não se deite logo após as refeições

• Faça refeições mais leves e coma em pequenas quantidades por várias refeições (café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar)

• Sente-se e coma sem pressa, mastigando bem os alimentos

 

Fontes consultadas: Ministério da Saúde, e Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva e Neurogastroenterologia (SBMDN).

 

Fonte: https://revistaabm.com.br/blog/tem-refluxo-entenda-as-causas-os-fatores-de-risco-e-os-cuidados

sábado, 5 de junho de 2021

Aquecimento e roupas adequadas: o que você deve cuidar ao praticar exercícios físicos no frio


Também é importante ter mais atenção à respiração, que deve ser feita totalmente pelo nariz

 

O frio é sempre um bom convite para ficar imóvel debaixo das cobertas e deixar a preguiça tomar conta, mas não dá para abandonar os exercícios físicos no inverno. É preciso, porém, tomar alguns cuidados especiais por conta das temperaturas mais baixas, para não comprometer a saúde, já que o ideal para a prática de atividades físicas é em torno de 20°C. Confira a seguir algumas dicas para manter a frequência de exercícios com segurança:

 

Faça aquecimentos antes de começar

Com a temperatura mais baixa, os músculos ficam mais rígidos e contraídos, então o ideal é iniciar a prática com movimentos leves para aquecer a musculatura. Você pode fazer caminhada, trote ou os próprios exercícios do treino, mas sem peso, por cerca de 15 a 20 minutos antes de começar o treino.

 

Use roupas adequadas ao frio que permitam dissipar o suor

Durante a prática de exercício, parte do sangue se concentra na musculatura ativa, por isso, os pontos distantes sofrem com a constrição dos vasos sanguíneos. O uso de luvas, meias e toucas, por exemplo, ajuda a equilibrar bem a temperatura corporal. Com o passar do tempo de prática, a gente vai produzindo mais calor e começa a suar, ainda mais porque estamos com bastante roupas por conta do frio. É importante que as peças permitam que esse suor evapore, para que a temperatura corporal se mantenha estável.

 

Tenha consciência das suas limitações

As baixas temperaturas passam a sensação de que podemos pegar mais pesado do que realmente conseguimos, o corpo parece responder melhor à sobrecarga imposta. Essa ideia de percepção de esforço menor é falsa. Não se empolgue.

 

Respire pelo nariz

É importante que, durante a prática, tenhamos maior atenção na respiração: ela deve ser feita totalmente pelo nariz. Dessa forma, garantimos o aquecimento do ar gelado antes que  chegue aos pulmões. Na cabeça, nós temos áreas vazadas (ocas) entre os ossos - os seios da face - e o ar transita por ali garantindo o aumento da temperatura, antes de descer para os pulmões. Além disso, nas narinas existem pelos que filtram o ar, servindo de primeira barreira contra a infecção de vírus e bactérias, tão comuns nessa época.

 

Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/fitness/noticia/2021/05/aquecimento-e-roupas-adequadas-o-que-voce-deve-cuidar-ao-praticar-exercicios-fisicos-no-frio-ckpd20l9u0001018mpungseav.html - Raquel Lupion - Maridav / stock.adobe.com

sexta-feira, 4 de junho de 2021

Proteção de máscaras contra a covid-19 é superior a 90%


Os dados foram apresentados na última edição da revista especializada Aerosol Science and Technology

 

Uma equipe de pesquisadores brasileiros testou 227 modelos de máscaras vendidos no país para avaliar o grau de proteção contra o novo coronavírus. Como o esperado, os dispositivos profissionais são os mais eficazes, com retenção de partículas de aerossol (expelidas no ar) superior a 90%, mas até os mais simples, como os de tecido, têm um grau de proteção contra o Sars-CoV-2, que pode ser incrementado com a adoção de outras medidas preventivas. Os dados foram apresentados na última edição da revista especializada Aerosol Science and Technology.

 

Liderados por Paulo Artaxo, professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IF-USP), os cientistas realizaram os testes usando um dispositivo que continha uma solução de cloreto de sódio e emitia partículas de aerossol de 100 nanômetros — o Sars-CoV-2 tem cerca de 120 nanômetros de diâmetro. Uma explosão de aerossóis foi disparada, e a concentração de partículas, medida antes e depois do modelo de máscara.

 

Os resultados mostraram que as cirúrgicas foram as mais eficientes, junto com as dos modelos PFF2 e N95 — elas filtram entre 90% a 98% das partículas. Em seguida, vieram as máscaras de tecido não tecido (TNT) ou polipropileno, com eficiência de 80% a 90%. Por último, estão as feitas de algodão comum, lycra ou microfibra, que filtram 40% em média (de 15% a 70%).

 

Segundo Artaxo, as máscaras de algodão de camada dupla filtram consideravelmente melhor do que os modelos de camada única, mas a eficácia dificilmente foi alterada com uma inclusão de uma terceira camada, que, inclusive, reduziu a respirabilidade. “O estudo inovou de várias maneiras. Uma foi a avaliação da respirabilidade. As máscaras de TNT e de algodão eram as melhores nesse quesito. Os modelos FFP2 e N95 não eram tão confortáveis, mas as máscaras de papel eram as piores”, relata em entrevista à Agência Fapesp. A pesquisa contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a Fapesp.

 

Distanciamento

 

 

Detalhes de design e do material usado no acessório protetivo também interferiram no efeito esperado. “De modo geral, as máscaras com costura central protegem menos porque a máquina de costura faz orifícios que aumentam a passagem do ar”, explica Fernando Morais, primeiro autor do artigo e pesquisador do IF-USP, à agência Fapesp. “Já algumas máscaras de tecido incluem fibras de níquel, cobre ou outros metais que inativam o vírus e, portanto, protegem o usuário de forma mais eficaz. Existem até modelos eletricamente carregados que retêm mais partículas. Em todos os casos, porém, a eficácia cai quando a máscara é lavada por causa do uso e do desgaste”, complementa.

 

Os autores do artigo ressaltam que, apesar de a eficácia da máscara sofrer variações, todos os tipos ajudam a reduzir a transmissão do vírus, e que o uso do protetor em parceria com o distanciamento social é essencial para evitar a disseminação do Sars-CoV-2. “A transmissão do vírus é comprovadamente pelo ar, e usar máscara o tempo todo é uma das melhores estratégias de prevenção, além de deixar portas e janelas abertas para ventilar os quartos o máximo possível”, afirma Artaxo.

 

De 90% a 98%

 

Taxa de retenção de partículas expelidas no ar da máscara cirúrgica, da PFF2 e da N95

 

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/mundo/2021/06/4928642-protecao-de-mascaras-contra-a-covid-19-e-superior-a-90.html - Correio Braziliense - crédito: Franck Fife/AFP

quinta-feira, 3 de junho de 2021

Meu cachorro está espirrando, o que pode ser? Descubra as principais causas


De cheiro de cigarro a correntes de ar, veterinária explica o que pode estar causando incômodo no seu animal de estimação

 

Geralmente, começa com um espirro isolado, mas depois o cachorro segue espirrando repetidas vezes sem causa aparente. Afinal, o que pode ser?

 

Preste atenção se os olhos do seu pet também não estão comprometidos. A evolução do estado das secreções nos olhos é importante na hora de procurar o veterinário. A seguir, veja exemplos do que pode estar incomodando a vida do seu animal de estimação:

 

1. Ar-condicionado

Coincidência ou não, basta uma noite com o ar ligado e seu cachorro amanheceu espirrando.

 

2. Corrente de ar

Você sai de casa e deixa uma fresta aberta na janela da cozinha? Fique mais um pouquinho e veja se esse ar não está importunando a saúde do seu pet. Vento frio pode incomodar bastante, além de causar resfriados em animais. Isso também vale para cães que pernoitam na rua.

 

3. Produto de limpeza

Casa fechada e produto de limpeza é um casamento que não combina. O odor de determinados produtos químicos pode estar irritando não apenas a mucosa nasal, mas também os olhos do seu pet.

 

4. Borrifadores de ambiente, incensos e aromatizadores

Incensos e borrifadores até então inofensivos podem estar comprometendo a saúde do seu pet. Muita gente não se dá conta disso porque no verão a casa fica mais arejada e a concentração desses produtos não se mostra evidente. Mas, com a chegada do inverno, esses produtos acabam incomodando os pets.

 

5. Cigarro

Cachorro que demonstra alergia pela fumaça do cigarro costuma ter esse problema o ano todo. Aqui vale de novo a chegada do inverno: o odor e a fumaça tendem a se concentrar no ambiente.

 

6. Perfumes

O nariz do seu cachorro não suporta perfumes fortes e isso vale também para talcos e desodorantes. Verifique se o seu pet não começa a espirrar depois que você sai do banho.

 

7. Tecidos

Pelegos, softs, veludos e lãs fazem a festa dos ácaros que entram direto no focinho do seu cachorro. É tirar a coberta do roupeiro e lá vem o espirro.

 

8. Alimentar

Um quebra-cabeça danado de se ajeitar em casos de alergia em pets é o alimentar. O espirro, nesse caso, costuma vir associado a outros sinais clínicos, como coceira de pele e diarreia, mas nada é regra. Geralmente, quando nenhum dos outros itens fazem parte da rotina do seu pet, lançamos um olhar mais apurado sobre o que seu animal tem comido nas últimas semanas.

 

9. Baixa resistência

Imunidade baixa agora está na boca do povo e isso vale também para os pets. Mas sem essa de ficar comprando suplementação alimentar. Baixa imunidade nem sempre tem a ver com ingestão de microelementos.  Mais importante do que suplementar é fazer exames específicos para essa finalidade. Você pode ter surpresas encontrando patologias como verminoses, doenças endócrinas e até diabetes como a verdadeira responsável do baixa imunidade de seu mascote.

 

10. Medicamentos

Alto lá! Sem essa de borrifar descongestionantes nasais para gripe humana no nariz do seu cachorro. Alguns medicamentos humanos são usados em animais, sim, mas a dose nada tem a ver com aquela usada para crianças.  Antes de borrifar qualquer coisa no nariz do cachorro, pergunte para o veterinário. O nariz dele é bem diferente do seu.

 

11. Combustível

Coisa de doido desconfiar da gasolina? Não. Muitos cães que vivem na garagem podem se incomodar com o cheiro de gasolina, de álcool ou do diesel no entra e sai do carro da garagem.

 

Não subestime uma sessão de espirros prolongada. Saiba que muitos problemas do aparelho respiratório podem se agravar, evoluindo para outras questões como pneumonia nesta época do ano. Se os espirros são constantes, procure assistência veterinária. Interromper esse processo pode ser bem mais fácil do que você imagina.

 

Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/mundo-pet/noticia/2021/06/meu-cachorro-esta-espirrando-o-que-pode-ser-descubra-as-principais-causas-ckpe0xdce001x0180oeoqfv2j.html - por Daisy Vivian