quinta-feira, 30 de julho de 2026

Sete alimentos naturais que potencializam a energia antes do treino


Alimentos ricos em carboidratos, cafeína e nutrientes podem ajudar a melhorar o desempenho durante os exercícios sem a necessidade de suplementos

 

Resumo

Descubra opções de alimentos naturais que podem te ajudar a ter mais energia para treinar, como banana, café e batata-doce. Prefira fontes de carboidratos de fácil digestão combinadas com proteínas e mantenha a hidratação. Para muitos, uma boa alimentação pode substituir suplementos, mas cada caso deve ser avaliado individualmente.

 

Nem sempre é preciso recorrer a suplementos para chegar ao treino com mais disposição. Uma alimentação equilibrada antes da atividade física pode fornecer a energia necessária para melhorar o desempenho, reduzir a fadiga e favorecer a recuperação muscular.

 

A escolha dos alimentos, porém, faz toda a diferença. O ideal é priorizar fontes de carboidratos de fácil digestão, combinadas, quando possível, com proteínas e outros nutrientes importantes. Confira algumas opções de pré-treino natural.

 

1. Banana

A banana é uma das escolhas mais populares entre praticantes de atividade física. Rica em carboidratos e potássio, ela fornece energia rápida e contribui para o funcionamento adequado da musculatura.

Além disso, é prática, fácil de transportar e pode ser consumida sozinha ou acompanhada de aveia.

 

2. Café

A cafeína presente no café pode aumentar o estado de alerta, reduzir a sensação de cansaço e melhorar o desempenho em exercícios de força e resistência.

No entanto, é importante consumir com moderação, especialmente para quem é sensível à substância ou costuma treinar no período da noite.

 

3. Tapioca

A tapioca é uma excelente fonte de carboidratos e oferece energia de rápida absorção. Para deixar a refeição mais equilibrada, vale combiná-la com recheios como queijo branco, ovo ou pasta de amendoim.

 

4. Aveia

Além de fornecer carboidratos, a aveia contém fibras que ajudam a prolongar a liberação de energia ao longo do treino.

Ela pode ser consumida com frutas, iogurte ou adicionada a vitaminas.

 

5. Batata-doce

Muito presente na alimentação de atletas, a batata-doce oferece carboidratos complexos que fornecem energia de forma gradual, sendo uma boa opção para quem realiza treinos mais longos.

O ideal é consumi-la com antecedência suficiente para favorecer a digestão.

 

6. Iogurte natural com frutas

Essa combinação reúne carboidratos, proteínas e cálcio, formando uma refeição leve e nutritiva antes do exercício.

Frutas como morango, banana ou mamão são boas opções para complementar o lanche.

 

7. Suco de beterraba

A beterraba é fonte de nitratos naturais, compostos que podem favorecer o fluxo sanguíneo e melhorar a eficiência do uso de oxigênio durante atividades físicas, principalmente em exercícios de resistência.

O suco costuma ser consumido entre duas e três horas antes do treino para potencializar seus efeitos.

 

Quando fazer a refeição pré-treino?

O horário ideal depende da quantidade de alimento ingerida. Refeições maiores devem ser feitas entre duas e três horas antes do exercício. Já lanches leves podem ser consumidos cerca de 30 a 60 minutos antes do treino.

 

Também é importante manter uma boa hidratação ao longo do dia, já que a ingestão de líquidos influencia diretamente o rendimento físico.

 

Vale a pena substituir suplementos?

Para muitas pessoas, sim. Uma alimentação adequada costuma ser suficiente para fornecer energia antes do treino, especialmente quando o objetivo é saúde, condicionamento físico ou emagrecimento.

 

Já atletas ou pessoas com demandas nutricionais específicas podem precisar de estratégias individualizadas, sempre com orientação de um nutricionista ou médico do esporte. O mais importante é lembrar que nenhum suplemento substitui uma alimentação equilibrada e adaptada às necessidades de cada organismo.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sete-alimentos-naturais-que-potencializam-a-energia-antes-do-treino,bd0b0222c9f1a6fe194bb4b8cbd99eb5cgkel3jg.html?utm_source=clipboard - Por: Redação SportLife / Licenciado de Sport Life - Shutterstock / Sport Life

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Sinais de que seu cachorro pode precisar de cuidados veterinários


Mudanças no comportamento, no apetite e na rotina podem indicar que algo não vai bem com o seu pet

 

Cuidar da saúde do seu cachorro é essencial para garantir o bem-estar dele. Mudanças no apetite, comportamento ou níveis de energia podem indicar problemas. Atenção redobrada para sinais como dificuldade para respirar, vômitos frequentes ou coceira intensa. Consulte um veterinário em caso de sintomas persistentes ou graves e mantenha as consultas de rotina.

 

Quem tem um cachorro em casa sabe como é fácil perceber quando ele está diferente. Afinal, os pets fazem parte da família e, com o tempo, aprendemos a reconhecer seus hábitos e comportamentos.

 

Por isso, uma mudança na rotina pode chamar a atenção. Falta de apetite, cansaço e alterações no comportamento são alguns exemplos.

 

Mas será que esses sinais indicam que o cachorro está doente?

 

Nem sempre. Algumas mudanças podem ser passageiras. Outras, porém, merecem atenção.

 

Por isso, é importante observar o pet. Também vale procurar um veterinário quando os sinais persistirem ou aparecerem de forma intensa.

 

Confira alguns sintomas que não devem ser ignorados!

 

1. Falta de apetite

Seu cachorro sempre corre para o pote de comida? Então, uma mudança nesse comportamento merece atenção.

A perda de apetite pode acontecer por diferentes motivos. Estresse e mudanças na rotina são alguns exemplos.

Porém, ela também pode estar relacionada a problemas de saúde. Por isso, observe se o pet apresenta outros sinais.

Se a falta de apetite persistir, procure orientação veterinária.

 

2. Cansaço fora do normal

Todo cachorro precisa descansar. No entanto, uma mudança repentina na disposição pode ser um sinal de alerta.

Se o pet que costumava brincar e passear passa a ficar muito quieto, vale observar.

O cansaço também pode vir acompanhado de outros sintomas. Falta de apetite, dificuldade para respirar ou alterações no comportamento são alguns deles.

Nesses casos, a avaliação de um veterinário é importante.

 

3. Vômitos ou diarreia

Um episódio isolado pode acontecer. Porém, vômitos e diarreia frequentes não devem ser ignorados.

Esses sintomas podem ter várias causas. Entre elas estão mudanças na alimentação e ingestão de algo inadequado.

Também podem estar relacionados a problemas que precisam de tratamento.

Se os sintomas forem intensos ou persistirem, procure atendimento veterinário.

 

4. Mudanças no comportamento

Você conhece o jeito do seu pet melhor do que ninguém. Por isso, uma mudança repentina pode ser um sinal importante.

Um cachorro que fica mais agressivo pode estar sentindo dor. O mesmo vale para um animal que se esconde mais ou evita contato.

Ficar mais quieto também pode indicar que algo não está bem.

Observe essas mudanças. Se elas continuarem, converse com um veterinário.

 

5. Dificuldade para respirar

A respiração do cachorro também merece atenção.

Se o pet apresenta dificuldade para respirar, respiração muito acelerada ou esforço para puxar o ar, procure atendimento veterinário.

Esse tipo de sinal pode indicar um problema que precisa de avaliação rápida.

Por isso, não espere o sintoma piorar para buscar ajuda.

 

6. Coceira ou queda de pelos excessiva

Todo cachorro pode se coçar de vez em quando. A queda de alguns pelos também é normal em muitos animais.

Porém, quando a coceira fica intensa, algo pode estar errado.

O pet também pode apresentar vermelhidão, feridas ou falhas na pelagem.

Esses sinais podem estar relacionados a diferentes problemas de pele. Apenas um veterinário pode identificar a causa e indicar o tratamento adequado.

 

7. Mudanças na ingestão de água ou na urina

Você percebeu que seu cachorro está bebendo muito mais água do que o normal? Ou que começou a urinar com mais frequência?

Essas mudanças também merecem atenção.

Alterações na quantidade de água ingerida e na frequência da urina podem estar relacionadas a diferentes condições de saúde.

Por isso, observe a rotina do pet. Se notar uma mudança persistente, procure orientação veterinária.

 

Quando levar o cachorro ao veterinário?

Conhecer os hábitos do seu pet ajuda a identificar mudanças. Por isso, observe a alimentação, a disposição e o comportamento dele no dia a dia.

Alguns sinais exigem atenção imediata. Procure atendimento veterinário o quanto antes se o cachorro apresentar:

 

Dificuldade para respirar.

Desmaios.

Convulsões.

Sangramentos.

Sinais de dor intensa.

 

Nessas situações, não espere o sintoma passar ou piorar para buscar ajuda.

 

Além disso, não espere o cachorro apresentar sintomas para cuidar da saúde dele. Consultas de rotina também são importantes.

 

O acompanhamento profissional ajuda a prevenir problemas. Também permite identificar alterações antes que elas se agravem.

 

Afinal, nossos pets não conseguem dizer quando estão sentindo alguma coisa. Cabe a nós observar os sinais e oferecer os cuidados que eles precisam.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/sinais-de-que-seu-cachorro-pode-precisar-de-cuidados-veterinarios,c56bcccd27416e2fb2a2107279cd361epwm0s3rn.html?utm_source=clipboard - Por: Kevilin Alves / Licenciado de Alto Astral - Foto: Shutterstock / Alto Astral

terça-feira, 28 de julho de 2026

Café faz bem para o coração? Quantas xícaras por dia? Entidade de cardiologia responde


Café faz bem para o coração? Antes de mudar seus hábitos, veja o que a American Heart Association concluiu sobre a bebida.

 

Durante anos, o café foi apontado como um possível vilão para o coração. Mas, à medida que novas pesquisas surgiram, essa ideia começou a mudar.

 

Agora, um novo posicionamento da American Heart Association (AHA), uma das principais entidades de cardiologia do mundo, reforça que, para a maioria dos adultos, o consumo moderado de café não faz mal ao coração e está associado a um menor risco de algumas doenças cardiovasculares.

 

Mas isso não significa que vale exagerar. A quantidade consumida, a sensibilidade à cafeína e até a forma de preparar o café podem fazer diferença.

 

Quanto café pode ser consumido?

Um dos temas avaliados foi a relação entre o café e a pressão arterial.

 

Embora os estudos tenham apresentado resultados diferentes, a American Heart Association considera seguro, para a maioria dos adultos saudáveis, consumir entre três e cinco xícaras por dia, o equivalente a até 400 mg de cafeína.

 

A exceção são pessoas com hipertensão grave ou maior sensibilidade à cafeína, que podem apresentar aumento da pressão após consumir a bebida.

 

Nesses casos, a orientação é conversar com o médico para definir a quantidade mais adequada.

 

O que os estudos mostram

Ao revisar as pesquisas, a American Heart Association encontrou uma associação entre o hábito de tomar café e um menor risco de AVC, insuficiência cardíaca, doença arterial coronariana e diabetes tipo 2.

 

A entidade faz uma ressalva importante. Esses resultados não significam que o café seja o responsável por reduzir esse risco, apenas que as pesquisas observaram essa associação.

 

Em parte dos estudos, o café descafeinado também foi associado a um menor risco de algumas doenças cardiovasculares. Isso indica que outros compostos presentes na bebida, além da cafeína, também podem contribuir para esses efeitos.

 

A forma de preparo também faz diferença

Nem todo café é igual.

 

Segundo a American Heart Association, o café não filtrado, como o preparado na prensa francesa, contém mais cafestol, uma substância presente naturalmente nos óleos do café que pode elevar os níveis do colesterol LDL, conhecido como colesterol "ruim".

 

Também é importante observar o que acompanha a bebida. Muito açúcar, xaropes, chantilly e outros ingredientes aumentam as calorias e podem reduzir os possíveis benefícios do café puro.

 

As bebidas energéticas também exigem cuidado. Por concentrarem grandes quantidades de cafeína, elas têm sido associadas a um maior risco de problemas cardiovasculares, principalmente entre pessoas com hipertensão grave ou maior sensibilidade à substância.

 

O que fica de lição?

No fim das contas, a principal mensagem é de equilíbrio.

 

Quem já toma café e não sente efeitos como palpitações, insônia ou aumento importante da pressão arterial não precisa abandonar esse hábito por receio de prejudicar o coração.

 

Por outro lado, pessoas com hipertensão grave, maior sensibilidade à cafeína ou alguma doença cardiovascular devem conversar com o médico para saber qual quantidade é mais indicada para o seu caso.

 

E, antes de culpar o café, vale observar o que costuma acompanhar a bebida. Em muitos casos, o excesso de açúcar e outros ingredientes pesa mais para a saúde do que a cafeína em si.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/cafe-faz-bem-para-o-coracao-quantas-xicaras-por-dia-entidade-de-cardiologia-responde,c426999b8e1a7e6de445927f7d02df7arxhmn3gu.html?utm_source=clipboard - Por: Michele Azevedo / Licenciado de SaúdeLAB - / Magnific (Freepik)

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Saúde ocular: como proteger a visão em cada fase da vida, da infância aos 40 anos


Miopia, excesso de telas e presbiopia estão entre os principais desafios para a saúde dos olhos

 

O Mês da Saúde Ocular é uma oportunidade para lembrar que cuidar da visão vai muito além das consultas periódicas. Ao longo da vida, os olhos passam por mudanças naturais e cada etapa exige atenção e soluções específicas para preservar o conforto, a nitidez e a qualidade visual.

 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 2,2 bilhões de pessoas vivem com algum tipo de deficiência visual ou cegueira no mundo. Pelo menos 1 bilhão desses casos poderiam ter sido evitados ou tratados com diagnóstico precoce e acesso aos cuidados oftalmológicos. Além da prevenção, a evolução das tecnologias ópticas permite hoje oferecer soluções cada vez mais precisas, considerando as características individuais de cada pessoa.

 

Para Hugo Motta, CEO da Rodenstock Brasil, empresa de tecnologia médica e fabricante de lentes para óculos, a saúde visual deve ser acompanhada de forma contínua, já que as demandas dos olhos se transformam com a idade.

 

“A visão acompanha todas as fases da vida e, por isso, as necessidades visuais também evoluem. Hoje, a tecnologia permite desenvolver lentes baseadas na biometria de cada olho, proporcionando uma experiência visual muito mais precisa e confortável em qualquer idade. Essa individualização faz diferença desde a infância até a fase em que surgem as alterações naturais da visão relacionadas ao envelhecimento “, afirma.

 

Infância e adolescência (5 a 14 anos): atenção ao avanço da miopia

Nos primeiros anos de vida, o desenvolvimento visual merece acompanhamento constante. Nessa fase, cresce a preocupação com a progressão da miopia, que pode se desenvolver por questões genéticas, mas também impulsionada pelo aumento do tempo em ambientes internos e pelo uso intenso de telas.

 

Jovens e adultos (15 a 30 anos): proteção e conforto para a rotina digital

Na vida adulta, a visão costuma ser estável, mas a exposição prolongada a computadores, celulares e outros dispositivos digitais aumenta o cansaço visual.

Nesta fase, lentes de visão simples – ou monofocais – individualizadas através da inserção dos dados biométricos de cada olho do usuário, associadas à revestimentos como os de proteção contra os raios ultravioleta e a luz azul nociva proporcionam maior segurança, nitidez, contraste que culminam em aumentar o conforto durante o uso diário dos óculos.

 

Adultos (30 a 40 anos): conforto para quem passa horas olhando de perto

Entre os 30 e 40 anos, muitas pessoas começam a perceber maior dificuldade para focar em objetos próximos, especialmente durante o trabalho ou o uso contínuo de dispositivos digitais.

Lentes com uma pequena adição para perto, oferecem uma transição mais confortável especialmente no campo de perto, reduzindo o esforço visual e favorecendo uma experiência mais natural durante atividades de leitura, trabalho e direção, mesmo para usuários monofocais.

 

A partir dos 40 anos: adaptação às novas necessidades visuais

Com o avanço da idade, uma condição normal para aqueles que apresentam erros refrativos, é o surgimento da presbiopia. Nesta etapa as lentes progressivas – ou multifocais – tornam-se a principal alternativa para garantir uma visão confortável em diferentes distâncias.

 

Para jovens présbitas que podem apresentar uma dificuldade maior na adaptação com lentes progressivas e que atuam em atividades rotineiras que exigem longos períodos em espaços com maior foco, como ao usar smartphones, computadores ou mesmo interagir em uma sala de reunião mais ampla, lentes chamadas ocupacionais, se mostram como uma alternativa adequada.

 

Quando desenvolvidas a partir da biometria individual de cada olho, essas lentes proporcionam campos de visão mais amplos, adaptação mais rápida e uma percepção visual mais natural, respeitando as características únicas de cada usuário.

 

Fonte: https://diariodorio.com/saude-ocular-como-proteger-a-visao-em-cada-fase-da-vida-da-infancia-aos-40-anos/?utm_source=terra_capa_vida-e-estilo&utm_medium=referral - Por Renata Granchi

domingo, 26 de julho de 2026

Pilates: benefícios para o corpo e mente em qualquer idade


Da melhora da postura ao fortalecimento do core, a prática promove benefícios que vão muito além da flexibilidade

 

Resumo

O Pilates é uma prática que combina força, equilíbrio e consciência corporal, proporcionando benefícios como melhora da postura, fortalecimento do core, aumento da flexibilidade e alívio de dores musculares. Adaptável para todas as idades, este método é uma ótima opção para quem busca qualidade de vida com exercícios de baixo impacto.

O Pilates conquistou espaço entre as atividades físicas mais procuradas por quem deseja melhorar a qualidade de vida sem recorrer a exercícios de alto impacto. Criado pelo alemão Joseph Pilates, o método combina força, equilíbrio, controle da respiração e consciência corporal, trazendo benefícios que podem ser percebidos tanto no dia a dia quanto durante outras práticas esportivas.

 

Embora muitas pessoas associem o Pilates apenas ao ganho de flexibilidade, a modalidade vai muito além disso. Quando praticado regularmente e com orientação profissional, o método pode promover mudanças importantes no funcionamento e na percepção do próprio corpo.

 

1. Melhora da postura

Uma das mudanças mais conhecidas proporcionadas pelo Pilates é a melhora da postura. Os exercícios fortalecem a musculatura responsável por sustentar a coluna, ajudando a reduzir compensações e desalinhamentos que surgem ao longo da rotina.

Com o tempo, é comum perceber mais facilidade para permanecer sentado ou em pé por longos períodos, além de uma postura mais ereta e confortável.

 

2. Fortalecimento do core

O chamado core reúne os músculos do abdômen, da região lombar, da pelve e do quadril. Eles são fundamentais para a estabilidade do corpo durante praticamente todos os movimentos.

Como o Pilates trabalha constantemente essa musculatura, a prática contribui para um abdômen mais fortalecido, melhora o equilíbrio e oferece mais estabilidade durante atividades do dia a dia.

 

3. Mais flexibilidade e mobilidade

Os movimentos realizados no Pilates estimulam o alongamento muscular e aumentam a amplitude das articulações. Isso significa que o corpo ganha mais mobilidade para executar tarefas simples, como abaixar para pegar um objeto ou alcançar algo em uma prateleira.

Além disso, músculos mais flexíveis podem contribuir para a prevenção de lesões e para uma maior sensação de leveza durante os movimentos.

 

4. Redução de dores musculares

Quem sofre com dores nas costas, nos ombros ou no pescoço pode encontrar no Pilates um importante aliado. Ao fortalecer músculos estabilizadores e corrigir padrões de movimento, a prática ajuda a diminuir sobrecargas em diferentes regiões do corpo.

Por isso, o método costuma ser indicado como parte de programas de reabilitação, sempre com acompanhamento de profissionais capacitados.

 

5. Mais equilíbrio e consciência corporal

Outro benefício marcante é o desenvolvimento da chamada consciência corporal, ou seja, a capacidade de perceber melhor a posição e os movimentos do próprio corpo.

Isso melhora a coordenação motora, o equilíbrio e o controle dos movimentos, reduzindo o risco de quedas e tornando atividades cotidianas mais seguras e eficientes.

 

Pilates é indicado para todas as idades?

Na maioria dos casos, sim. O Pilates pode ser adaptado para diferentes faixas etárias e níveis de condicionamento físico, desde jovens até idosos. Também é uma opção para quem está retomando a prática de exercícios após um período de sedentarismo ou em processos de recuperação física.

 

Antes de iniciar qualquer atividade, no entanto, vale a pena realizar uma avaliação com um profissional de saúde e buscar um instrutor qualificado para que os exercícios sejam adaptados às necessidades individuais.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/pilates-beneficios-para-o-corpo-e-mente-em-qualquer-idade,a4b7bde03235119d624c8384ef4fc779ibh7lyhy.html?utm_source=clipboard - Por: Redação / Licenciado de Saúde em Dia - Foto: estar físico e mental - Shutterstock / Saúde em Dia