segunda-feira, 30 de maio de 2016

10 coisas inesperadas que o tornam inteligente

A inteligência é uma qualidade difícil de definir, o tipo de coisa que “você sabe quando vê”. Mas o trabalho de tentar estudá-la está produzindo frutos, e alguns padrões relacionados à inteligência estão aparecendo. Não se trata de alguma coisa que se possa fazer para ficar inteligente, mas comportamentos e características que estão estatisticamente associados à maior inteligência. Confira aqui algumas coisas que parecem estar associadas com a inteligência, e veja se você faz parte de algum grupo com maior probabilidade de ser mais inteligente:

1 – Ser canhoto
O cérebro é dividido em dois hemisférios. Cada um deles faz basicamente a mesma coisa que o outro, embora existam diferenças. Entre os seres humanos e muitos outros mamíferos, um dos hemisférios é levemente dominante, e é por isto que você tem preferência a usar uma mão em vez da outra.
Alguns estudos mostram que o uso da mão esquerda está associado à inteligência. Canhotos tendem a apresentar mais pontuação em testes de QI, e também tendem a terminar estes testes mais rápido que os destros.
Outros estudos, entretanto, mostraram que os canhotos têm uma gama maior de QI, fazendo com que apareçam mais tanto no grupo de inteligentes quanto no grupo de “não tão inteligentes assim”.

2 – Homossexualidade
O psicólogo evolucionário Satoshi Kanazawa apresentou um estudo este ano que mostra uma ligação pequena, mas significante, entre homossexualidade e inteligência.
Não que a homossexualidade seja uma característica de inteligência; o estudo sugere que quem tem múltiplos parceiros homossexuais tem a probabilidade de ser o mais inteligente.
A pesquisa também sugere que a homossexualidade pode ser um reflexo da curiosidade, um precursor ou companheiro da inteligência. Uma outra explicação para esta ligação pode ser causada pela atitude da sociedade frente aos gays.
As crianças que sofrem bullying por causa de homossexualidade podem se voltar para buscas intelectuais, e sentir uma maior necessidade de ter sucesso em áreas em que sejam aceitos.

3 – Ordem de nascimento
Muitos estudos apontaram uma ligação entre o QI e a ordem em que você nasceu em uma família. Os primogênitos geralmente são mais inteligentes que seus irmãos, e quanto mais caçula a criança, pior o desempenho em testes de QI.
Não se sabe se o efeito é devido a alguma mudança em condições pré-natais das gravidezes posteriores, ou se é um efeito social. Alguns estudos recentes apontam que um dos fatores determinantes para o QI de uma criança é a maneira que a família a trata, e não a ordem do nascimento.
Em famílias em que a primeira criança falece, a segunda criança sobrevivente, em média, tem o mesmo incremento de QI que um primogênito normal.

4 – Ateísmo
A ligação entre QI e religiosidade tem sido estudada extensivamente, tanto em indivíduos quanto sociedades. Os valores médios de QI tendem a variar entre países, e países com taxas maiores de ateísmo também têm os maiores valores de QI.
Como os aspectos de sociedades podem ser alterados por outros fatores, o estudo de indivíduos também já foi feito. Em 2008, um estudo examinou a relação entre inteligência e crença religiosa. Quando classificados de acordo com a inteligência, os ateístas geralmente ficam no topo, seguidos dos agnósticos, crentes liberais e, por último, os fundamentalistas religiosos.

5 – Pelos corporais
O Dr. Aikarakudy Alias descobriu, em um estudo feito com homens, uma ligação entre pelos corporais e inteligência. Em vez de examinar o QI, ele estudou a relação entre pelos corporais e níveis de educação.
Contrário à crença popular, homens que eram estudantes e graduados tinham mais pelos corporais que os que tinham trabalhos mais rudes. Da mesma forma, estudantes que tinham melhor performance acadêmica também eram mais peludos que seus colegas.
O trabalho focou-se nos pelos toráxicos, mas ele também correlacionou os pelos das costas à inteligência nos homens. A pilosidade das mulheres inteligentes ainda não foi estudada sistematicamente.

6 – Felicidade
Ernest Hemingway certa vez disse “a felicidade nas pessoas inteligentes é a coisa mais rara que conheço”. Todos lembramos de pessoas inteligentes que parecem ter se tornado míseros por causa da inteligência (Hemingway cometeu suicídio), e parece que há uma ligação entre inteligência e humor.
No passado, acreditava-se que um QI elevado estava ligado à depressão e mau humor, mas um estudo recente feito na Inglaterra mostrou que pessoas com baixo QI tem maior probabilidade de serem infelizes que seus colegas mais inteligentes.
Mais uma vez, pode ser que as características associadas à inteligência, e não a inteligência em si, é que tendem a induzir o desespero.

7 – Excentricidade
A excentricidade é uma qualidade difícil de definir e de medir. Geralmente, ela é vista como um comportamento esquisito em relação às normas sociais, mas um comportamento que ao mesmo tempo não é necessariamente danoso ao indivíduo – diferente da insanidade.
Existem algumas evidências anedóticas (ou seja, casos isolados) de indivíduos criativos que tendem a ser excêntricos, mas a excentricidade é prevalente entre os acadêmicos.
Montaigne uma vez escreveu que “a obsessão é a fonte da genialidade e da loucura”, e talvez seja esta obsessão que cria um excêntrico, premiando-o com a inteligência correspondente.

8 – Bebida
Alguns estudos acompanharam crianças britânicas no seu crescimento, medindo várias características. Com isto, vários aspectos puderam ser correlacionados à inteligência. Um dos estudos examinou a ligação entre o consumo de álcool e a inteligência.
A conclusão foi de que é possível prever o nível de ingestão de álcool de uma pessoa baseado na sua inteligência. Crianças inteligentes surpreendentemente tem maior probabilidade de beber mais quando crescem. Resultados similares foram observados nos Estados Unidos.

9 – Transtorno bipolar
A loucura tem sido ligada à inteligência desde tempos antigos. Hoje, termos politicamente incorretos como loucura não são mais aceitos para descrever pessoas, mas a relação entre a doença mental e a inteligência permanece uma área de pesquisa interessante para neurocientistas e psicólogos.
Um estudo na Suécia comparou a relação entre a performance de estudantes e sua saúde mental mais tarde na sua vida, e concluiu que entre entre os estudantes com a maior performance, o transtorno bipolar era quatro vezes mais frequente.

10 – Consumo de chocolate
A correlação não implica necessariamente em causa, mas quando há uma ligação surpreendente entre dois fatores aparentemente não relacionados, pode ser que haja uma ligação entre eles.
Um estudo recente examinou o número de premiados com o Nobel por dez milhões de habitantes na população dos países, e o consumo total de chocolate do mesmo país. O gráfico resultante mostra uma correlação possitiva bastante forte e estatisticamente significativa.
Apesar de não garantir que você vá receber uma ligação de Estocolmo, onde são decididos os ganhadores do Nobel, parece que ter chocolate ou estar cercado de amigos que adoram chocolate não vai danificar o cérebro a longo prazo. [Listverse]


domingo, 29 de maio de 2016

7 cuidados que você deve ter com a sua pele nos dias mais frios

A dermatologista Teresa Noviello, de Belo Horizonte, ensina como evitar a sensibilidade e o ressecamento excessivo

Basta a temperatura cair um pouco para a sua pele começar a repuxar aqui, ressecar ali e ficar toda sensível? Saiba que isso é uma consequência direta do frio (e vento) em contato com a pele. “As baixas temperaturas relacionadas com a baixa umidade do ar, levam à diminuição da produção da oleosidade natural da pele e da sudorese,  provocando ressecamento e podendo deixá-la com aspecto esbranquiçado e sem viço“, diz a dermatologistaTeresa Noviello,de Belo Horizonte (MG). Esses sintomas indicam desnaturação de proteínas. Confira os cuidados essenciais para manter a pele saudável mesmo no inverno:

1)Beba bastante água
De preferência dois litros por dia. A água que ingerimos é responsável pela hidratação natural da pele, que fica ainda mais prejudicada no inverno.

2)Prefira banhos mornos
Sabemos que uma das melhores coisas quando está frio lá fora é tomar um banho bem quentinho. Mas o ideal é que a água seja morna e o banho, o mais rápido possível, já que a alta temperatura também acaba removendo a oleosidade natural da pele. “A oleosidade natural é muito importante para proteger o corpo do frio, da penetração das bactérias, fungos, vírus, de poluentes do ar e do contato com alergenos, como poeira, mofo e fibras de tecidos”, diz a dermatologista.

3)Evite o uso (excessivo) de sabonete
Principalmente nos braços e pernas. O ideal são as versões mais hidratantes e suaves, livres de detergentes os agentes irritantes. “Evite usar bucha e sabonetes com grânulos grosseiros, a não ser em locais de pele mais espessa como cotovelos, joelhos e pés”. Caso contrário, a pele perde o revestimento natural de proteção, tornando-se sem brilho e seca.

4)Use e abuse do hidratante
Tanto corporal quanto facial. “É importante manter a barreira cutânea, o manto hidrolipídico e evitar a evaporação da água, o que causa ressecamento e rachaduras cutâneas”.  Os hidratantes devem ser usados diariamente, de preferência, após banho ou limpeza da pele.

5)Inclua a máscara hidratante na sua rotina de beleza
Máscaras devem ser integradas ao programa de beleza de todos os tipos de pele. Uma das principais causas de envelhecimento da pele é a falta de elasticidade, que pode ser causada por desidratação. “As máscaras repõem a umidade para as camadas mais profundas, devolvendo a elasticidade”.

6)Use cremes calmantes
Cremes com agentes calmantes, como água termal, alantoina e nicotinamida também são indicados para a pele sensibilizada pelo inverno. Uma pele hidratada apresenta-se macia e elástica.

7)Não esqueça do protetor solar
Mesmo com o sol mais tímido, é  imprescindível o uso durante o inverno pois, apesar do clima frio, ele continua emitindo radiações ultravioletas capazes de danificar a pele. Se for oleosa e acneica evite cremes com veículos oleosos, dando preferência às versões oil-free, com toque seco. Consulte seu dermatologista sobre a melhor opção para sua pele.


sábado, 28 de maio de 2016

Veja 13 curiosidades sobre a TPM e entenda por que ela incomoda tanto

A TPM ainda é um mistério até mesmo para as mulheres que sofrem nesse período. Reunimos essas curiosidades para ajudar você a se conhecer melhor, vem ver!

A TPM, ou aquele período chato que você evita nomear (vai que se chamar ela aparece, né?), é um conjunto de sinais que afeta a maioria das mulheres durante toda a vida reprodutiva - estima-se que são mais de 150! Para (começar a) desvendar o que acontece em seu corpo mês após mês, confira 13 curiosidades sobre a tensão pré-menstrual.

1. “Sua origem ainda é um mistério para médicos e estudiosos, mas ela costuma ser relacionada às alterações hormonais que desequilibram neurotransmissores, como a serotonina, responsável pela sensação de bem-estar”, explica o ginecologista Claudio Basbaum, de São Paulo.

2. A TPM é tão complexa que não se manifesta da mesma forma em nenhuma mulher – pode ser que você não sinta absolutamente nada, ou que ela seja tão intensa que você precise procurar ajuda.

3. Na maior parte da Ásia, as mulheres têm direito à “licença-menstruação” paga para dias em que as cólicas são muito intensas. No Japão, a lei existe desde o final da Segunda Guerra Mundial. Em Taiwan, desde 2013, e na Coreia do Sul, desde 2001, a política da menstruação foi garantida.

4. Um estudo da Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, revelou que, durante a TPM, as mulheres sentem mais vontade de fazer compras. Segundo eles, nesse período estamos com as emoções mais à flor da pele, o que faz que gastemos dinheiro de maneira impulsiva. Nesses dias nós também queremos nos sentir mais atraentes. O resultado? Mais produtos de beleza na sacola!

5. O viagra – sim, o mesmo medicamento que ajuda os homens a manter uma ereção – pode também ajudar a aliviar algunssintomas da TPM. Estranho, né? Mas um pequeno estudo, feito na Universidade Penn Stade, nos Estados Unidos, deu indícios de que o remedinho pode ser tão milagroso para nós quanto é para os homens. A pesquisa foi feita com 25 mulheres – metade delas ingeriu o Viagra, e a outra tomou um placebo. O resultado? As do primeiro grupo tiveram menos cólicas menstruais do que as do segundo. Mas calma, não vá correndo para a farmácia ainda: o estudo foi feito em pequena escala, então mais pesquisas precisarão ser feitas para comprovar a eficácia do remédio.

6. Aquele cara gato da academia vai parecer ainda mais lindo depois de você ler esta notícia: pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, revelaram que ter um parceiro bonitão pode acabar com ossintomas da TPM! O estudo analisou como os ciclos menstruais afetavam o modo como as mulheres se sentiam sobre seus relacionamentos. A conclusão? Quanto mais atraentes eram os parceiros, melhor as mulheres lidavam com suas emoções. Segundo os pesquisadores, em dias férteis ficamos mais interessadas na aparência do sexo oposto. George Clooney que se cuide!

7. 47% das mulheres acreditam que a TPM interfere no trabalho.

8. 40% do risco de TPM pode ser diminuído ao adicionar grandes quantidades de ferro na alimentação.

9. 70% das mulheres sofrem com os sintomas da TPM.

10. 85,4% das mulheres ficam mais ansiosas.

11. 77,3% ficam irritadas.

12. 81,9% têm alterações de humor.

13. 77,6% têm dores e inchaço.


sexta-feira, 27 de maio de 2016

Métodos contraceptivos mais utilizados pelas mulheres brasileiras

Você sabia que 81% das mulheres brasileiras utilizam os métodos contraceptivos? Fique por dentro e saiba quais são os mais usados

Camisinha, pílulas anticoncepcionais, DIU. São várias as opções disponíveis a mulheres que querem evitar uma gravidez. Veja agora quais são as formas de contracepção mais usadas pelas brasileiras:


Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/clinica-geral/metodos-contraceptivos-mais-utilizados-pelas-mulheres-brasileiras/6240/ - *Por Letícia Ronche | Fontes Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher (PND S). (número) Ministério da Saúde | Adaptação Kelly Miyazzato.

Encare oito verdades cruéis sobre perder peso

Descubra o papel dos remédios para emagrecer e exercícios na sua dieta

Verdade seja dita, muita gente perde tempo apostando nas táticas erradas de emagrecimento. "Muitas pessoas copiam a dieta da moda que o amigo seguiu, apostam em alimentos 'milagrosos', tomam medicamentos, mas o fato é que a perda de peso é um processo que leva tempo e, acima de tudo, que varia de acordo com cada pessoa", explica a nutricionista Fabiana Marangoni, do Spa Igaratá. É fato, não existe fórmula mágica para mandar os quilos embora, e ainda que você integre o time de quem faz tudo certo, logo abaixo podem estar as respostas para uma dúvida muito comum dentro e fora dos consultórios: "por que eu não consigo emagrecer?"

Seu corpo trabalha contra você
Quando você decide iniciar a reeducação alimentar e começar a cortar as calorias extras da dieta, acredite, seu corpo irá perceber rapidinho. Isso porque existem dois hormônios - leptina e grelina - que estão diretamente relacionados com o metabolismo e o emagrecimento. "A grelina é responsável por avisar nosso cérebro que estamos com fome, já a leptina tem a função de mandar uma mensagem dizendo que o corpo já está saciado e não precisa de comida", explica a nutricionista Fernanda Brunacci, da Equilibrium Consultoria em Nutrição e Bem Estar, de São Paulo. Segundo a especialista, quanto maior for a concentração de leptina e/ou menor for a concentração de grelina no organismo, maior é a dificuldade para o emagrecimento no início do tratamento. O grande problema está nas pessoas que, quando começam a dieta, estão com esses hormônios desequilibrados - aí não adianta, parece que a fome está sempre à espreita. 

Não existem soluções rápidas
"Quanto mais restrita e radical é a dieta, maior é a chance de a pessoa querer sair da dieta", explica a nutricionista Fabiana. Pode até ser que você consiga emagrecer com uma dieta milagrosa - mas as chances de recuperar o peso ou ter algum tipo de sequela são grandes. Um corpo bem nutrido e livre de toxinas nocivas ao seu bom funcionamento responde melhor a qualquer tratamento, seja para perder peso, para ganhar qualidade de vida ou ainda para envelhecer de maneira saudável. Dessa forma, fugir das dietas rápidas, que cortam de maneira radical qualquer alimento saudável, é um avanço em sua meta para perda de peso. "O ideal é buscar um profissional qualificado, que identificará suas reais necessidades e traçará metas claras, respeitando seu estilo de vida e ritmo metabólico", completa o especialista.

Só exercício não basta para emagrecer
Está certo que a atividade física é essencial para levar um estilo de vida mais saudável, ajudando a prevenir e tratar uma série de doenças, além de aumentar o gasto calórico diário. Entretanto, ele sozinho pouco mudará os números estampados na balança. "De nada adianta queimar calorias se a qualidade da sua alimentação não é boa ? temos que pensar primeiramente na saúde", diz a nutricionista Fabiana. Ao depositar todas as suas esperanças de emagrecer na atividade física e enfiar o pé na jaca no cardápio com frequência, usando a desculpa de que está fazendo exercícios, você além de não perder peso, estará negligenciando a sua saúde - já que a dupla reeducação alimentar e exercícios é a chave para uma vida saudável e longe de doenças.

Remédios para emagrecer não funcionam sozinhos
Os remédios para emagrecer podem até ser um estímulo para quem tem dificuldade em seguir a dieta - entretanto, só podem ser usados com indicação médica e em casos muito específicos, geralmente quando a adoção de uma alimentação mais saudável e a prática de exercícios físicos feitos corretamente não mostraram resultado na perda de peso. E mesmo que você tenha o uso dos medicamentos prescritos pelo médico, eles não fazem o milagre por conta própria. O remédio sozinho não irá trazer resultados positivos, sendo necessário controlar a alimentação e praticar atividades físicas juntamente com a medicação para conseguir perder peso. "Se os remédios não estiverem acompanhados de hábitos saudáveis, há o risco de a pessoa ganhar os quilos perdidos assim que interromper o uso", declara Fabiana Marangoni.

Não existe uma dieta que sirva para todo mundo
Cada um tem suas preferências na cozinha - desde o tempero até um alimento que ela goste mais ou menos. E é por isso que a dieta do seu amigo ou de um parente pode não funcionar para você - ainda que ele tenha emagrecido 20 kg seguindo o tal cardápio. "De uma maneira geral, uma dieta de baixa caloria pode levar a uma redução de peso, mas não garante que a pessoa consiga levar a dieta durante muito tempo por, na maioria das vezes, não estar de acordo com seus hábitos e costumes", afirma a nutricionista Fabiana. Por isso uma dieta personalizada e individual elaborada por um nutricionista, que leve em conta suas preferências, é muito mais eficaz.  

As pessoas não perdem peso de forma igual
Tem aqueles que perdem 10 kg no primeiro mês, outros que vão demorar mais para ver o ponteiro da balança mudar, e até aqueles que perderão o peso regularmente, um pouquinho de cada vez. E isso acontece porque cada organismo é único e trabalha de uma maneira muito particular, inclusive quando o assunto é gastar calorias. "Fatores como sexo, idade, mudanças hormonais e atividades diárias é que vão favorecer ou dificultar a perda de peso."

Dieta é para a vida toda
Não adianta lutar contra - reeducação alimentar é um estilo de vida, não um cardápio que você segue por dois meses e depois volta a comer fritura e refrigerante todos os dias. "Claro que o processo do emagrecimento tende a ser uma fase mais restrita que o processo de manutenção de peso, mas de qualquer forma, a melhora dos hábitos alimentares deve ser para o resto da vida, pois se a pessoa se descuidar irá ganhar o peso novamente, além de expor seu corpo a diversas doenças", alerta a nutricionista Fabiana. 

Manter é mais difícil que perder
Essa verdade é absoluta principalmente entre as pessoas que, ao atingirem a meta de peso, voltam a ter os hábitos alimentares anteriores à dieta. Isso só fará com que a pessoa ganhe o peso novamente, gerando o efeito sanfona. É importante continuar fazendo exercícios e adequar sua alimentação ao gasto calórico diário, sempre priorizando alimentos saudáveis, como frutas, verduras, legumes, cereais integrais, oleaginosas e carnes magras.