sábado, 12 de junho de 2021

Doenças de inverno em cães e gatos: sintomas e como cuidar


Veja como proteger seu pet na época mais fria do ano

 

No inverno o clima fica mais seco e, claro, frio. Assim como os humanos têm maior facilidade para ter problemas respiratórios e sentir dores nas articulações, além de ressecamento das mucosas e da pele, o mesmo pode ocorrer com cães e gatos. Portanto, esteja atento à saúde do seu pet durante os meses mais frios do ano.

 

Rinotraqueíte em gatos

No inverno, o organismo dos gatos fica focado em manter a boa temperatura corporal e, por isso, existe o risco do enfraquecimento do sistema imunológico. É nesses casos que o felino pode desenvolver rinotraqueíte que é um nome para a gripe ou resfriado nos gatos.

 

A rinotraqueíte pode ser causada pelo vírus herpes felino, o calicivírus ou pela bactéria clamídia. Quando o organismo do animal está infectado, uma outra bactéria oportunista pode surgir, chamada bordetella, causando uma infecção secundária.

 

Os sintomas são coriza, espirros e congestão nasal. Dependendo da gravidade, o gato também pode ter febre e falta de apetite. Você deve levar seu gato ao veterinários para fazer um tratamento adequado, embora esses micro-organismos não sejam mais eliminados, ficando latentes até que o sistema imune caia outra vez.

 

Para prevenir os sintomas mais fortes da gripe dos gatos é essencial vacinar o bichano todos os anos. A vacina não previne a infecção, mas reduz os sintomas. Se o seu gato nunca teve e estiver vacinado, os sintomas não serão tão fortes caso seja infectado.

 

Gripe canina

Uma das doenças que seu cachorro pode pegar no inverno é a gripe canina. Ele vai apresentar sintomas de tosse, espirros, secreção nasal e falta de apetite. Você pode confundir com engasgos e o cão pode até vomitar uma espuma quando a tosse está intensa.

 

Leve seu cão ao veterinário, pois poderá ser necessário tratá-lo com imunoestimulantes, anti-inflamatórios, antitussígenos e também antibióticos, no caso de estar com bactérias associadas., já que uma doença facilita o desenvolvimento de outra.

 

Para prevenir, mantenha seu cão com as vacinas em dia, o que ajuda a pelo menos reduzir os sintomas. Além disso, evite levá-lo a lugares com muitos outros animais, nos quais ele terá que compartilhar comida e água do mesmo potinho que os demais.

 

Dores nas articulações

Esse é um sintoma mais comum nos cães e gatos mais velhos. A dor nas articulações pode surgir só pelo frio ou também pelo animal estar obeso, que é outra característica comum dos bichinhos com mais idade.

 

A dor articular acontece por causa da vasoconstrição que reduz a circulação de sangue e as células de defesa. Com isso, podem surgir as inflamações das articulações e o animal vai sentir dores.

 

Quando o animal se exercita e passa mais tempo dentro de casa, no quentinho, as dores tentem a diminuir, pois tudo isso melhora a circulação sanguínea.

 

Problemas de pele

A pele dos cães e gatos é mais fina que a dos humanos e, apesar de estar protegida por pelos, existe maior risco de sofrerem com as alterações de temperatura no inverno.

 

O ressecamento da pele provoca coceira, e como o animal de coça com as unhas, pode acabar levando alguma bactéria para dentro da pele, causando infecção.

 

No caso dos cães, a redução na frequência de banhos também pode ser responsável por desenvolvimento de doenças bacterianas, já que a pele acumula mais bactérias que podem entrar nas camadas mais profundas.

 

Se o seu animal apresentar sintomas de problemas de pele, leve-o ao veterinário para que seja recomendado algum produto para devolver a água à pele que esta ressecada e, se necessário, um antibiótico para tratar a infecção bacteriana.

 

Fonte: https://www.dicasonline.com/doencas-de-inverno-em-caes-e-gatos/ - por Priscilla Riscarolli - Pinterest

sexta-feira, 11 de junho de 2021

Vermifugação é importante? Saiba como proteger o seu pet contra parasitas


Uso periódico de produtos é indispensável para manter cães e gatos protegidos contra a ação de vermes e parasitas

 

Diagnosticar os sintomas de verme no pet pode evitar complicações futuras

Os cuidados com a saúde dos animais de estimação envolvem uma série de medidas que visam proteger os pets contra muitas doenças, entre eles, os vermes. Para combater esses parasitas, a vermifugação é o procedimento responsável por inibir a ação deles.

 

Entre os mais comuns que afetam os pets estão os nematoides (vermes redondos) e cestoides (vermes chatos). As fontes de contaminação são as mais diversas, desde água ou alimentos contaminados, até o contato direto com outros animais infectados.

 

Os animais acometidos podem apresentar vômito, diarreia, inchaço abdominal, fraqueza, apatia, entre outros sintomas, porém, como agem de forma silenciosa, as verminoses podem acabar passando despercebidas pelo tutor.

 

A médica veterinária Fernanda Ambrosino explica que existem casos em que o animal apresenta sintomas apenas leves, que surgem e desaparecem de forma rápida, ou mesmo não apresentam nenhum sinal evidente de doença, por isso não despertam a atenção do tutor. “Qualquer verminose que acomete os animais causa danos, que variam de acordo com a espécie do parasita, quantidade presente no organismo e órgão afetado”, diz.

 

A prevenção é a melhor estratégia para manter os animais protegidos. Para isso, é preciso investir na vermifugação periódica. No caso dos cães filhotes, o procedimento deve ser realizado logo nas primeiras semanas de vida. Os jovens animais podem ser contaminados durante a gestação ou na fase de amamentação e, como tem o sistema imunológico pouco desenvolvido, ficam mais suscetíveis à ação dos parasitas, o que pode inclusive colocar em risco o desenvolvimento do pet.

 

A vermifugação é imprescindível para manutenção da saúde e bem-estar dos cães e também dos gatos

 “Se o pet tiver, por exemplo, uma verminose que atrapalha a absorção de nutrientes, ele poderá ter algumas dificuldades de desenvolvimento a longo prazo. Por isso, é indicado que os filhotes sejam vermifugados na terceira, sexta e nona semana de vida”, detalha Fernanda.

 

No caso dos animais adultos o protocolo vai depender do estilo de vida do animal e da avaliação do médico veterinário. O mais indicado é que o procedimento seja realizado a cada três ou seis meses.

 

As fêmeas prenhes também devem ser vermifugadas, a partir do 45º dia de gestação e, depois, junto aos filhotes, cerca de 20 dias após o parto.

 

 “A vermifugação é importantíssima e deve ser realizada durante toda a vida do animal e não somente quando ele é filhote. A medida é indispensável nos cuidados com a saúde dos pets”, afirma Fernanda.

 

Para os gatos


 Assim como os cães, os gatos também estão suscetíveis aos parasitas

Os gatos, assim como os cães, são suscetíveis à ação dos endoparasitas, aos quais estão expostos diariamente e a vermifugação tem como objetivo a proteção dos felinos contra as diversas doenças transmitidas pelos vermes e protozoários.

 

Os endoparasitas podem se alojar em diversos órgãos dos gatos, sendo encontrados no intestino, coração, esôfago, pulmão e rins. Entre os tipos que mais afetam os gatos estão os parasitas intestinais, como os nematoides e os ancilostomídeos, que causam parasitoses intestinais que acometem o sistema gastrointestinal. Os sintomas mais frequentes nos animais contaminados são a diarreia e o vômito.

 

Os filhotes felinos devem ser vermifugados em três fases, que serão divididas entre a terceira, sexta e nona semanas de vida. Já os animais adultos devem ser vermifugados a cada três ou seis meses, de acordo com a orientação do veterinário.

 

“É importante reforçar que as fêmeas prenhes e lactantes também devem ser vermifugadas antes de acasalarem, uma semana antes do parto e três semanas após a parição”, detalha a veterinária.

 

Fonte: https://canaldopet.ig.com.br/cuidados/saude/2021-06-11/vermifugacao-cachorro-gato-saude-pet.html - Por Canal do Pet - Shuttersock

quinta-feira, 10 de junho de 2021

Lista de sequelas de covid-19 aumenta a cada dia


Estudo aponta ao menos oito áreas que podem ser comprometidas pela infecção e que vão de sequelas cerebrais a dermatológicas

 

Alta hospitalar, um sopro de esperança para milhões de brasileiros que conseguiram superar a covid-19 desde que a pandemia começou. De acordo com o Ministério da Saúde, já são mais de 14 milhões de recuperados, um número que reflete as altas taxas de contaminação pelo Sars-Cov-2 no país. Mas o que vem depois que a doença vai embora? As sequelas deixadas pela covid-19 ainda estão sendo estudadas pela ciência e vão muito além das consequências respiratórias e pulmonares, como fadiga e falta de ar.

 

Alguns estudos apontam que cerca de 80% dos pacientes de covid-19 que se recuperam apresentam algum tipo de sintoma até quatro meses depois da infecção. Para a nefrologista e professora de Clínica Médica da Universidade Positivo (UP), Mariane Rigo Laverdi, uma das características mais marcantes da doença é que suas sequelas não se limitam ao sistema respiratório, mas atingem diversos sistemas. “A sequela pulmonar, que é a mais conhecida, pode até ser a mais grave, mas não vem sozinha. O paciente que teve covid sai do hospital muito debilitado, até mesmo desnutrido. Fadiga intensa, fraqueza e perda de força muscular são comuns por ficar muito tempo em repouso, o que impacta na redução da funcionalidade do paciente. Sem contar as sequelas psicológicas, que são muito significativas”, explica.

 

A “tempestade inflamatória” causada pelo vírus libera uma série de substâncias que atacam órgãos variados e dificulta a recuperação. Uma revisão de literatura publicada pela revista Nature apontou pelo menos oito áreas que podem ser comprometidas pela infecção e que vão de sequelas cerebrais a dermatológicas. “O paciente sobreviveu ao covid não vai estar de volta ao trabalho e à sua rotina prévia habitual tão logo saia do hospital. Ele precisa recuperar sua funcionalidade e isso exige um esforço multidisciplinar no pós-alta”, afirma Mariane.

 

Sequelas se espalham por várias partes do organismo

 

No Brasil, ainda não há estudos que detalhem os sintomas mais comuns entre os “recuperados”, mas, de acordo com pesquisadores de universidades da Suécia, Estados Unidos e México, os cinco sintomas de covid prolongada mais recorrentes são a fadiga (58%), dor de cabeça (44%), problemas para manter a atenção (27%), queda de cabelo (25%) e falta de ar (24%). Para chegar a esses resultados, eles avaliaram estudos feitos sobre o tema com 48 mil pacientes.

 

Além das sequelas mais comuns, há quem desenvolva perda de olfato e paladar que se prolonga por vários meses, dor no peito, tromboses, arritmias, tontura, problemas de memória, embolia pulmonar, insuficiência renal, AVC - e a lista continua. Depressão e ansiedade também fazem parte do leque de possíveis sequelas. As consequências emocionais de pegar covid-19 são extensas, como explica Mariane. “Muitas pessoas começam a ter uma nova visão sobre valores de vida. Isso porque a covid tem uma mortalidade muito alta e os pacientes passam por essa experiencia muito de perto, ao presenciarem outros pacientes ao seu redor não sobreviverem, além do isolamento - principalmente de seus entes queridos - durante o processo mais crítico da doença. Todos esses fatores influenciam muito o lado psicológico do paciente”, avalia. Daí a importância de estar atento não só às limitações físicas do paciente no pós-alta, mas também ao apoio psicológico, afetivo e até psiquiátrico, quando necessário.

 

Cada um dos sintomas apresentados deve ser relatado aos médicos, que farão o encaminhamento para os tratamentos adequados ou para outros especialistas, quando necessário. “São muitas sequelas, mas o principal no tratamento de todas elas é permitir que o corpo se restabeleça. É importante melhorar o aporte nutricional, iniciar imediatamente fisioterapia - tanto respiratória quanto motora - e ficar atento às questões emocionais. Esses três pilares precisam caminhar juntos para que o paciente recupere a funcionalidade prévia ao internamento”, finaliza a médica.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1811274/lista-de-sequelas-de-covid-19-aumenta-a-cada-dia - © Getty Images - imagem ilustrativa

A prova da eficácia das máscaras


Pesquisadores do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) compararam a qualidade de 227 tipos de máscaras faciais à venda no Brasil, medindo sua capacidade de bloquear a passagem do novo coronavírus (Aerosol Science and Technology, 26 de abril). O estudo, coordenado pelo físico Paulo Artaxo e pelo estudante de doutorado Fernando de Morais, confirmou a superioridade das máscaras cirúrgicas. Nos experimentos, as máscaras N95 impediram a passagem de até 98% de partículas de aerossol com diâmetro de 120 nanômetros, o mesmo das partículas transmissoras do Sars-Cov-2. As máscaras feitas de tecido não tecido (TNT) apresentaram uma eficiência média de 78%. Já a das máscaras de pano variou de 15% a 70%. Além da qualidade do tecido, detalhes como a presença de uma costura na região central podem diminuir a eficiência. A utilização de uma dupla camada de tecido e de um clipe nasal pode melhorar significativamente seu desempenho.

 

Fonte: https://revistapesquisa.fapesp.br/a-prova-da-eficacia-das-mascaras/ - Léo Ramos Chaves

quarta-feira, 9 de junho de 2021

O que comer antes e depois do treino? Veja o que é essencial


Alimentação é aliada para reparar danos musculares, proporcionam energia para realizar as atividades, emagrecer e ganhar massa

 

Ter um estilo de vida mais saudável, comer melhor e praticar atividade física faz parte dos projetos de vida de muita gente e muitos estão realmente envolvidos em levar adiante essas mudanças.

 

Mas apesar da boa vontade, não é simples conseguir resultados sem estratégias. E a resposta pode estar no que comemos. Cuidados com a alimentação antes e depois do treino ajudam na busca do peso ideal e na performance do exercício.

 

Objetivo de treino: emagrecer, ganhar massa?

É muito importante saber que se o objetivo inicial é perder peso, a alimentação deverá ser hipocalórica, ou seja, o consumo alimentar deverá ser inferior ao gasto.

 

Mesmo com o treino, se não houver redução do consumo alimentar, não haverá emagrecimento. Assim, o treino não deverá ser realizado por período superior a 60 minutos.

 

Isso porque um corpo que recebe menos energia do que gasta, não terá estoques para muito tempo. Portanto, adequar a alimentação, tempo e tipo de treino é muito mais eficiente do que ficar horas nas academias.

 

A definição do que comer antes e depois costuma ser uma dúvida comum e, frequentemente, encontramos erros que podem comprometer seriamente os resultados.

 

Treinar em jejum, por exemplo, gera emagrecimento, mas não poupa massa muscular. O treinamento eficiente é aquele promove justamente o contrário, preserva massa muscular e queima a gordura localizada.

 

O que comer antes de treinar

Carboidratos, como cereais matinais, pães, bolachas e biscoitos simples (sem recheio), arroz, massas em geral

Frutas, como banana, melancia, pêssego, uva, abacate, morango

Tubérculos, como batata, mandioquinha, mandioca

Vegetais

Smoothies com fibras, proteínas e gordura boas

Castanhas

Linhaça

Café com óleo de coco extra virgem

Iogurte sem açúcar

 

Os carboidratos são os nutrientes essências antes dos treinos, principalmente aqueles de ação mais lenta ou carboidratos complexos. São eles os responsáveis por gerar energia para o corpo humano.

 

Quando conseguimos fornecer a energia adequada para organismo ajustamos o metabolismo para melhorar e eficiência da queima de gordura. Assim, antes do treino seja pela manhã, tarde ou noite, o alimento mais indicado para o consumo são os derivados de carboidratos.

 

Pode ser o pão, cereal ou a batata doce que ganhou um destaque extra nos últimos meses. As frutas possuem carboidratos de ação rápida, por isso não são indicadas no pré-treino, principalmente quando realizado pela manhã. A não ser aquelas que possuem carboidratos mais complexos, com menos açúcar, ou considerando outro objetivo de treino.

 

O que comer depois do treino

No pós treino, a alimentação tem o papel de reparar os danos musculares causados pelo esforço do exercício. As proteínas sãos os únicos nutrientes capazes de fazer tal reparo. Mas não agem sozinhas.

 

Elas precisam da energia vinda dos carboidratos, principalmente aqueles que agem imediatamente, como as frutas. Isso significa que deve existir a combinação entres os dois nutrientes.

 

O horário de treino é o que definirá a melhor oferta proteica oferecida no pós-treino. A intenção é sempre manter as recomendações nutricionais próximas ao hábito alimentar de cada pessoa, e não somar uma refeição extra ao cardápio.

 

No retorno do treino realizado pela manhã, o leite, preferencialmente magro, é a melhor proteína para restaurar os danos musculares. Se for batido com uma fruta, a combinação carboidrato e proteína ficam perfeitas. Quem tem alguma intolerância ou rejeição ao leite, pode consumir o ovo, que pode ser acompanhado por pão ou torradas.

 

Já os treinos realizados no meio da manhã ou no final da tarde devem ser seguidos por refeições completas, almoço ou jantar. As proteínas provenientes dos animais (carne bovina, frango, peixe ou ovo) são as maiores aliadas do pós-treino.

 

A oferta de carboidrato é fundamental, nesse caso pode ser arroz, batata, batata doce, mandioquinha, entre outros. O ajuste das porções é fundamental para alcançar os melhores resultados.

 

Uso de suplementos

O uso de suplementos nutricionais deve ser utilizado após análise adequada do treino e das recomendações alimentares diárias. A utilização sem recomendação pode trazer prejuízos à saúde e influenciar os resultados relacionados ao peso. Um profissional nutricionista deve sempre ser consultado antes do uso de suplementos.

 

Não há dúvidas dos benefícios para saúde que atividade física traz. Aliada à boa nutrição o ganho é enorme. Peso normal, coração forte e longevidade garantida. Força para todos que resolveram mudar suas vidas e já estão nesse caminho há algum tempo. Que os bons resultados possam cativar aqueles que ainda não começaram!

 

Fonte:  https://www.minhavida.com.br/fitness/materias/17501-o-que-comer-antes-e-depois-do-treino-veja-o-que-e-essencial?utm_source=news_mv&utm_medium=MS&utm_campaign=9106445 - Escrito por Amanda Epifânio Pereira