domingo, 24 de abril de 2016

5 causas da queda de cabelo

Você sabia que a falta de nutrientes, assim como as alterações hormonais podem algumas das causas da queda de cabelo? Fique por dentro!
1. Deficiência nutricional: a falta de determinados nutrientes gera consequências no organismo, o que afeta a estrutura capilar. Metais específicos como zinco, ferro e cobre, por exemplo, se relacionam às quedas.

2. Alterações hormonais: disfunções ligadas ao funcionamento da glândula tireoide ou aos hormônios sexuais alteram o crescimento natural do cabelo. Aqui, a recomendação é tratar a doença-base.

3. Genética: fios finos e de crescimento demorado podem ser reflexo de uma predisposição genética específica.

4. Oleosidade excessiva: é natural que o couro cabeludo produza óleo, e ele é necessário para a saúde dos cabelos, mas o excesso pode causar inflamação no couro cabeludo e, com isso, quedas.

5. Procedimentos químicos: seja tintura, seja alisamento, qualquer intervenção pode danificar a estrutura capilar e provocar queda e quebra dos fios.


Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/clinica-geral/5-causas-da-queda-de-cabelo/6115/ -  *Letícia Roche | Fontes Instituto Nacional de Câncer (INCA); Gil Prando, Hairtyle do ICabelos | Foto: Shutterstock | Adaptação Kelly Miyazzato.

sábado, 23 de abril de 2016

H1N1: conheça os verdadeiros riscos e saiba como se prevenir

H1N1 apresenta sintomas mais intensos que a gripe comum e pode ser prevenida

A lavagem das mãos e o cuidado de cobrir a boca e o nariz quando tossir ou espirrar são medidas fundamentais de prevenção

As epidemias de zika e dengue têm tirado o sono de boa parte da população, mas elas não são as únicas. Outra doença vem ganhando destaque nos noticiários: a gripe influenza H1N1.

O surto da doença tem, inclusive, intrigado os médicos. Isto porque, a gripe influenza é sazonal (própria de uma estação) e acontece normalmente nos meses mais frios, de outono e inverno. Porém, as pessoas começaram a ser infectadas mais cedo, em dias quentes do verão, e não existe ainda explicação para esse fenômeno.

O H1N1 é uma variação da gripe comum. Vale destacar que o vírus da gripe é muito suscetível a sofrer mutações e, assim, ao longo dos anos, o ser humano pode adquirir essas “variações” da gripe. Como no caso do H1N1 que, estima-se, surgiu em 2009, com sua transmissão primeiramente em suínos, o que popularizou a doença como “gripe suína”.

Raquel Muarrek, infectologista do Hospital São Luiz Morumbi, destaca que a gripe H1N1 é transmitida de pessoa para pessoa através de tosse ou espirro. E algumas pessoas podem se infectar entrando em contato com objetos contaminados, acrescenta a infectologista.

“O vírus da influenza pode afetar qualquer pessoa. Mas os grupos que possuem maiores riscos são os idosos, gestantes e crianças novas”, destaca Raquel.

Sintomas da gripe H1N1
Os sintomas são basicamente os mesmos de uma gripe comum, porém, costumam ser mais intensos. Desta forma, na gripe H1N1 podem/costumam ser observados:
Tosse;
Febre alta;
Dor de garganta;
Dor de cabeça intensa;
Dor no corpo;
Calafrios;
Cansaço/Fraqueza;
Diarreia;
Vômito;
Secreção nasal;
Falta de ar;
Dores no peito;
Tontura;
Confusão mental;
Desidratação.
“Em crianças, o batimento de asa do nariz, que mostra uma dificuldade respiratória, e a recusa em ingerir líquido podem aparecer”, acrescenta a infectologista Raquel.
“Ao iniciar a febre e o desconforto respiratório, o médico deve ser procurado, lembrando que, quanto mais breve, melhor a elucidação do diagnóstico”, destaca Raquel.

H1N1 X gripe comum X dengue X zika
Raquel explica que a gripe comum inicia-se repentinamente, caracterizada por calafrios, febre, dor de garganta, dores musculares e de cabeça, tosse, espirro, irritação nos olhos, congestão nasal e fadiga. Porém, nem sempre se desenvolvem todos os sintomas.
No caso de H1N1, os sintomas são praticamente os mesmos da gripe comum, porém, costumam ser mais intensos.
Para entender por que o H1N1 é mais agressivo do que a gripe comum, basta saber que, quando o vírus da gripe sofre mutações, ele mantém algumas proteínas que formam a sua estrutura. Se a pessoa já tem imunidade para o vírus anterior, está mais preparada para combater a nova variação. Porém, alguns tipos epidêmicos se rearranjam em proteínas que as pessoas não têm resistência, tornando algumas mutações mais desconhecidas ao sistema imunológico, como é o caso do H1N1.
Em relação à dengue, a infectologista destaca que os sintomas da doença e da gripe H1N1 são parecidos. Mas, no caso da dengue, não há coriza, tosse, nem dor de garganta.
“No caso da zika, pode haver a presença de coceira de pele, conjuntivite, aumento dos gânglios. Já a gripe H1N1 apresenta dor de cabeça intensa, calafrios, tosse e secreção nasal”, diz a médica.

Tratamento para H1N1
Raquel explica que o tratamento é focado em aliviar os sintomas e evitar a desidratação. “Inclui também o uso de medicamentos específicos para combater o vírus desta doença, como o Tamiflu. Tais medicamentos devem ser tomados de 24 a 72 horas após o início dos sintomas”, diz.
A infectologista explica que atualmente existem duas vacinas disponíveis: a trivalente e a tetravalente. “Na trivalente, há prevenção para A (H1N1), A (H3N2), Influenza B do subtipo Brisbane. Na quadrivalente, a prevenção é para A (H1N1); A (H3N2); e para 2 vírus Influenza B (os subtipos Brisbane e Phuket)”, diz.
Raquel reforça que a proteção contra o H1N1 está contida nas duas. “As vacinas estão indicadas para todas as pessoas, menos para bebês com menos de 6 meses. Mas, dependendo do fabricante da vacina, a indicação para crianças é modificada”, explica.
A infectologista destaca que, caso a gripe H1N1 não seja tratada, a evolução pode incluir formas graves da doença, com pneumonia e falência respiratória, podendo levar à morte. “O H1N1 pode causar também uma piora de doenças crônicas já existentes”, alerta.
Abaixo você confere um quadro comparativo entre a gripe H1N1, a gripe comum e a dengue, em relação aos sintomas que mais costumam causar dúvidas.


Como prevenir a gripe H1N1
Fernando Gatti de Menezes, infectologista do Hospital Albert Einstein, explica que para evitar a transmissão de vírus respiratórios, principalmente o vírus Influenza, as pessoas devem se atentar às seguintes medidas:
Fazer a adequada higiene das mãos. Podendo ser feita com água e sabão (durante 40 a 60 segundos) ou com uso de produto alcoólico (gel alcoólico ou álcool gel), por 20 a 30 segundos. Isso deve ser feito sempre após contato com superfícies ou após o cumprimento entre pessoas. É prática fundamental para evitar a disseminação de vírus.
Evitar aglomerações em épocas de surto de influenza.
Evitar contato com pessoas que apresentem sintomas respiratórios.
Evitar ao máximo o compartilhamento de utensílios domésticos, como copos, pratos e talheres com pessoas com sintomas respiratórios.
Ao tossir ou espirrar, lembrar-se de cobrir a região da boca e nariz com lenço de papel descartável, tendo como prática, em seguida, a higienização das mãos.
Lembrar-se da importância da hidratação, para reduzir os efeitos da baixa umidade relativa do ar nos meses de outono e inverno (período de maior circulação do vírus influenza).
Ter uma boa alimentação, não pulando refeições e seguindo uma nutrição balanceada com verduras, legumes, carnes e carboidratos.
Dormir bem.
Praticar atividades físicas.
Controlar o estresse.
Tentar não tocar superfícies que podem estar contaminadas com o vírus da gripe (como lugares em que várias pessoas tocam ao longo do dia). Ou, lavar as mãos logo em seguida.
Orientações específicas para pessoas que apresentam sintomas da gripe, de acordo com o Ministério da Saúde, são:
Se tiver o quadro gripal, evitar visitar pacientes nos hospitais pelo risco de transmissão.
Seguir sempre as orientações passadas por seu médico caso já esteja com o quadro gripal.
Evitar sair de casa no período de transmissão da doença (até 7 dias após o início dos sintomas).
Evitar aglomerações e ambientes fechados, procurando manter os ambientes ventilados.
Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos.
Procurar o serviço de saúde imediatamente caso apresente: dificuldade para respirar, lábios com coloração azulada ou roxeada, dor ou pressão abdominal ou no peito, tontura ou vertigem, vômito persistente, convulsão.
Lembre-se sempre que a prevenção é a melhor arma contra qualquer doença, e não é diferente no caso da gripe H1N1, que tem preocupado tanta gente. Adote o hábito de higienizar as mãos e também a “etiqueta da tosse”: usar o antebraço, tecido ou papel quando ocorrer tosse ou espirro, evitando assim a contaminação de outras pessoas. Além disso, mantenha-se saudável, adotando a prática de exercícios, alimentação balanceada e ingestão de bastantes líquidos.


sexta-feira, 22 de abril de 2016

Dinheiro é o melhor remédio para prolongar a sua vida

De acordo com uma nova pesquisa (que envolveu a Universidade de Stanford, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts e a Universidade de Harvard), ter uma renda maior pode aumentar sua expectativa de vida.

Os cientistas analisaram quanta diferença a renda fazia na expectativa de vida, bem como a forma como isso muda por localização geográfica, através dos Estados Unidos.

Para isso, usaram os dados de impostos declarados entre 1999 e 2014 de 1,4 bilhões de indivíduos, com idades entre 40 a 76 anos. Destes, cerca de 4 milhões de homens e 2,7 milhões de mulheres morreram.

Mais dinheiro, mais vida
Os resultados foram bastante impressionantes. Os pesquisadores descobriram que os 1% mais ricos viviam uma média de 14,6 anos a mais (no caso dos homens) e 10,1 anos a mais (no caso das mulheres), em comparação com os 1% mais pobres.
Para colocar isso em contexto, enquanto um homem no topo 1% pode esperar viver até a idade de 87,3 anos, e uma mulher até 88,9 anos, seus compatriotas na ponta de baixo da tabela só esperam viver até aos 72,7 e 78,8 anos de idade, respectivamente.
Além disso, a diferença entre renda e expectativa de vida piorou ao longo do tempo. Entre 2001 e 2014, os 5% mais ricos tiveram um aumento de expectativa de vida de cerca de 2,5 anos (2,34 para homens e 2,91 para mulheres), enquanto a expectativa de vida para aqueles 5% mais pobres aumentou 0,32 anos para os homens e 0,04 anos para as mulheres.

Em cidades mais ricas, os pobres vivem mais
A expectativa de vida também variou entre as áreas geográficas. A diferença entre a maior e a menor expectativa de vida foi de aproximadamente 4,5 anos em diferentes cidades, em uma população de mesma renda (no caso, os 20% mais pobres).
Os pesquisadores queriam analisar por que isso acontecia, e descobriram que as diferenças diminuíam entre as cidades se você tinha uma população maior de imigrantes, mais pessoas graduadas e mais gastos do governo.
Por exemplo, os indivíduos de baixa renda tendiam a viver mais tempo em cidades com populações altamente qualificadas, rendimentos elevados e altos níveis de gastos do governo, como Nova York e San Francisco.
Nessas cidades, a expectativa de vida para os indivíduos 5% mais pobres foi de aproximadamente 80 anos. Em contraste, em cidades como Gary, no estado de Indiana, e Detroit, em Michigan, a expectativa foi de aproximadamente 75 anos. Indivíduos de baixa renda que viviam em cidades com populações altamente qualificadas também apresentaram os maiores ganhos na expectativa de vida durante os anos 2000.

Ações para aumentar a expectativa de vida
Das 10 áreas metropolitanas dos Estados Unidos com a maior expectativa de vida para os pobres, seis estavam na Califórnia. As outras quatro eram Miami, Nova Iorque, Newark e Boston.
Embora essas cidades apresentem grande desigualdade de renda, também são cidades com boas políticas de saúde pública, como a proibição de fumar. Pode ser que elas tenham políticas específicas que ajudem a população de baixa renda.
São necessários mais estudos para ver o que essas áreas fazem de diferente que poderia contribuir para uma maior expectativa de vida, a fim de saber se é possível aplicar os mesmos conceitos em outros locais. [MedicalXpress]


Café: aposte nos benefícios da bebida para ajudar a prevenir doenças

Vamos combinar que não tem nada melhor que sentir o aroma do cafezinho quando está sendo preparado? Hummm... Aposte já nos benefícios da bebida para ajudar a prevenir doenças, além de melhorar a disposição e o bem-estar.

Apreciado, amplamente consumido, saboreado de várias maneiras, o café faz parte da alimentação brasileira. Mesmo quem não toma costuma apreciar seu cheirinho agradável. E quem toma normalmente o faz diariamente. Puro, com leite, de manhã, de tarde, de noite, com sorvete, quente, morno, frio.

O café está no topo dos alimentos mais consumidos. No mundo todo, só as plantas para fazer refrigerantes de cola e o chá ficam no mesmo patamar do café em termos de vegetais campeões de consumo. Assim, nada mais útil do que entender um pouco aquelas xícaras esfumaçadas e saber quais são suas propriedades e efeitos para a saúde. “Café não é remédio, mas a comunidade médico-científica já considera a planta como funcional — que previne doenças — ou mesmo nutracêutica — nutricional e farmacêutica.

Isso porque o café não possui apenas cafeína, mas também outros componentes”, atesta a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, em São Paulo. Embora seja o componente mais conhecido do café, a cafeína constitui apenas uma parte de sua composição total. E é menos do que muita gente pensa, pois um grão normal tem de 0,8% a 2,5% de cafeína. Nem por isso deixa de ser parte importante desse alimento, com sua devida participação sobre os efeitos no metabolismo e nas reações orgânicas.

Uma das ações da cafeína se dá sobre os quadros de depressão. E, nesse sentido, o café parece ser um aliado importante no combate à doença. “A cafeína é um estimulante do sistema nervoso central e, em pequenas doses, pode trazer uma sensação de bem-estar, disposição e ânimo”, pondera Ricardo Borges, nutrólogo e coordenador do Centro de Nutrologia e Nutrição Clínica de Ribeirão Preto.

Saiba mais sobre o café
 - A cafeína já foi considerada doping no esporte. Hoje em dia, a Agência Mundial Antidoping permite seu uso. Nos treinos e competições, a capacidade estimulante da cafeína é aproveitada pelos atletas, que a ingerem por meio de cápsulas ou produtos como energéticos.
- A cafeína causa dilatação dos vasos cerebrais, aumentando o fluxo de sangue para a região. É por isso que muitos medicamentos para dor de cabeça são administrados em associação com a cafeína, pois assim o remédio é levado em quantidades maiores apara o cérebro.
- A quantidade letal de cafeína para um adulto de 70 kg é de 10 g. Isso equivale a cerca de 100 xícaras de café, 200 latas de Coca-cola, 125 copos de chá ou 50 kg de chocolate. Como é impensável que um ser humano consuma de uma só vez essas quantidades, deduz-se que as intoxicações por cafeína ocorrem por via de medicamentos e não de alimentação.


quinta-feira, 21 de abril de 2016

Quanto aeróbico você precisa para emagrecer ou tonificar os músculos?

Nada de ficar horas na esteira: cada objetivo pede uma quantidade de aeróbicos específica. Saiba quanto tempo dedicar para emagrecer, tonificar os músculos e ser mais saudável.

Aeróbicos são extremamente importantes para manter a silhueta enxuta e jamais devem ficar de fora da sua rotina de treinos. Mas a quantidade de exercícios que você fará depende muito do objetivo que pretende alcançar. Fique de olho nas dicas dos experts José Kawazoe Lazzoli, especialista em medicina do esporte membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, do Rio de Janeiro, e Luiz Riani, médico do esporte, de São Paulo, e aproveite ao máximo o que o cardio pode lhe oferecer.

Fazer aeróbicos para emagrecer
Faça, no mínimo, 45 minutos de cardio, cinco vezes por semana. Aulas mais longas e leves fazem o corpo usar a gordura periférica (distribuída em todas as partes do corpo) como fonte de energia, o que contribui para o emagrecimento. Contudo, o grande segredo para ficar sequinha é variar o tempo e a intensidade dos exercícios. “Aposte no HIITtreino intervalado de alta intensidade. Além de queimar mais calorias do que uma aula tradicional, ele extermina aquela gordura abdominal”, explica Riani.

Fazer aeróbicos para tonificar os músculos
Sabe aquela história de fugir de aeróbicos para ganhar músculos? Muita calma. De fato, por pedirem bastante energia, a massa magra acaba servindo de fonte para o corpo, levando à sua perda. Mas isso não é desculpa para pular o cardio: basta caprichar na alimentação pré e pós-treino – se estiver bem alimentada, você cobre o gasto calórico demandado numa boa. “O ideal é priorizar treinos de força e encaixar os exercícios aeróbicos na planilha com inteligência. Cento e cinquenta minutos de cardio por semana já são suficientes”, ensina Riani. Segundo ele, o segredo é evitar fazer os dois treinos em horários próximos e, se possível, no mesmo dia. Se não tiver jeito, comece pela musculação e finalize com um aeróbico de intensidade leve.

Fazer aeróbicos para manter a saúde em dia
Você precisa de 150 minutos de cardio com intensidade moderada ou de 75 minutos com alta intensidade, por semana – que podem ser divididos em 30 ou 20 minutos por dia, cinco vezes por semana, respectivamente, de acordo com o American College of Sports Medicine (ACSM), entidade norte-americana cujas recomendações também são adotadas no Brasil. Esse tempo é suficiente para melhorar o funcionamento do sistema cardiovascular, reduzir a pressão arterial, controlar os níveis de colesterol, diminuir o estresse, melhorar o sono e a disposição, dar aquela força ao sistema imunológico e minimizar o risco de ter doenças alérgicas ou inflamatórias (ufa!).