quarta-feira, 31 de agosto de 2016

7 dicas para ter a melhor noite de sono da sua vida

Você já tentou de tudo: não tomou nada com cafeína antes de ir para a cama, não comeu nada pesado, evitou filmes assustadores e, mesmo assim, não consegue dormir direito?

Segundo a especialista em sono do Departamento de Medicina da Universidade de Chicago, Kristen L. Knutson, alguns hábitos que você tem podem estar sabotando o seu sono e você pode nem saber disso. Confira algumas dicas para dormir melhor:

1. Controle seus hábitos da tarde:
Todo mundo sabe que tomar determinados tipos de chá ou café logo antes de dormir podem prejudicar o sono. Mas você sabia que beber esses líquidos de tarde pode causar o mesmo efeito? Até aquele chá de maça do seu emprego, que você bebe às quatro da tarde, pode não ser tão inocente. A dica é olhar a composição de cada bebida no seu rótulo. Deixe os drinks energéticos e as bebidas com cafeína para antes das duas da tarde – assim o efeito delas irá passar durante o dia e, na hora de dormir, seu organismo já não estará sob a influência do cafezinho da tarde.

2. Escolha alimentos propícios para o sono
Enquanto comer uma feijoada logo antes de dormir durante a noite não é uma escolha sábia, há alguns alimentos que podem ajudá-lo a ter um sono mais tranqüilo. Se você já passou por algumas noites seguidas dormindo mal, a dica dos especialistas para o jantar é um prato de macarrão com vegetais frescos e peito de galinha picado em pequenos cubos. Esse jantar contém uma combinação de proteínas e aminoácidos que aumentam os níveis de serotonina no corpo, para que seu sono aumente. Outras combinações como leite e bolachas leves ou iogurte com cereais também funcionam.

3. Tome seu gole de vinho mais cedo
Apesar de um gole de vinho poder te relaxar e fazer você cair no sono mais rápido, ele tornará a segunda parte do seu ciclo do sono mais agitada, com possíveis interrupções. O álcool diminui sua quantidade total de sono e aumenta o número de vezes com que você acorda durante a noite. Se você não dispensa seu vinho noturno, tome sua taça às seis horas e não às onze, para garantir um sono mais profundo.

4. Banhos
Sabe aquele mito de que tomar um bom banho quente ajuda a dormir? Surpreendentemente, mergulhar numa banheira muito quente antes de ir para a cama pode ter o efeito contrário. Qualquer atitude que aumente sua temperatura corporal próxima a hora de dormir pode tornar o sono mais difícil. Segundo especialistas, o corpo precisa ficar mais frio para que você consiga dormir. Isso não quer dizer ir para a cama sem tomar banho depois de um árduo dia de trabalho – tome seu banho algumas horas antes de dormir, não vá para a cama imediatamente depois de sair do chuveiro.

5. Alongue-se
Você provavelmente sabe que exercícios físicos antes de dormir não são a melhor ideia para quem quer um sono tranqüilo – qualquer atividade intensa deve ser feita seis horas antes. Mas uma sessão relaxante de yoga ou de outro alongamento pode ser de grande ajuda, principalmente se você sente dores quando vai dormir.

6. Fique no clima para a soneca
Deixar seu quarto escuro na hora do sono é muito importante, mas diminuir as luzes momentos antes de ir para a cama também é. Nosso relógio biológico reage à luz forte que mantemos em casa durante a noite e, de certa forma, pensa que é dia, tornando o sono uma tarefa mais difícil. Diminuir gradativamente a iluminação simula um anoitecer e o corpo compreende que está na hora de desligar.

7. Esqueça seu computador
Mandar um último e-mail logo antes de dormir? Ficar com o notebook na cama? Nada disso. Digitar pode te deixar agitado e o e-mail te mantém em contato com as atividades diárias, que não são sua prioridade na hora de dormir. Até a vibração de um celular próximo pode te despertar e interromper seu sono. Deixe todos os seus gadgets em outro quarto para controlar a vontade de dar uma olhada noturna no seu Orkut e use um despertador convencional em vez do celular.[CNN]


terça-feira, 30 de agosto de 2016

Por que você deve dormir nu

Você sabia que dormir nu tem vários benefícios? A ciência pensa que sim, de qualquer forma.

São vários fatores em jogo. Por exemplo, quando você não está vestido, seu corpo fica em uma temperatura mais fria. Isso, de acordo com pesquisas, leva a um sono mais profundo, ajudando-o a ficar calmo enquanto você descansa. Quanto mais quente um indivíduo está, mais perturbado é o seu sono.

Além disso, a temperatura mais fria ajuda as pessoas a dormir mais rápido, e de forma ininterrupta. Por fim, para os homens, manter seus testículos menos quentes evita baixa contagem de espermatozoides, o que é interessante se eles estão tentando ter filhos.

Outra vantagem de estar pelado é que sua pele tem uma chance de respirar melhor – inclusive suas partes íntimas. Para a saúde das mulheres, isso é particularmente bom, pois minimiza a possibilidade de infecções. Bactérias e fungos prosperam em áreas úmidas, e usar peças de roupa certamente aumenta a umidade lá embaixo.

Se você não dorme sozinho, estar nu tem mais alguns benefícios: o contato pele-a-pele é terapêutico, e faz muito bem para a mente e o corpo. O toque ajuda a construir um vínculo emocional mais forte com o seu parceiro, além de induzir a liberação de oxitocina no cérebro, um hormônio que ajuda a regular o humor e nos faz sentir mais seguros. Também diminui os níveis de cortisol, hormônio do estresse. De forma geral, isso fortalece o sistema imunitário.

Claro que, se você não se sente confortável dormindo nu, não vai ter uma boa noite sono, e vai perder todos os benefícios que viriam com a pele exposta. Neste caso, você pode tentar usar termostato para diminuir a temperatura do quarto e obter algumas das vantagens sem precisar tirar o pijama. [LifeHacker]


segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Artigo do Professor José Costa “Lembranças das festas de Natal em Itabaiana” publicado no Guia Comercial e Cultural de Itabaiana 2016




7 reais motivos pelos quais maioria das pessoas não emagrece, segundo especialista de Harvard

Seguir um cardápio equilibrado e praticar atividades físicas regularmente poderia garantir, teoricamente, o sucesso na luta para perder de peso, certo? Mas se você já mantém a disciplina, tentou diversas dietas, sua a camisa na academia e ainda assim não consegue perder os quilos extras, pode estar cometendo erros bobos que comprometem todo o processo.

Para ajudar a entender por que isso acontece, David Ludwig, endocrinologista e especialista em obesidade da Universidade de Harvard, explica os 7 reais motivos pelos quais a maioria das pessoas não emagrece e como as dietas tradicionais não funcionam. Confira as principais razões, listadas no site “Daily Mail”:

Não consigo emagrecer: por quê?

1. Comer demais depois de realizar exercícios físicos é um equívoco comum que atrapalha a perda de peso sem que você perceba. Um treino intenso pode te deixar ainda com mais fome e, como ganhar calorias é mais fácil do que perder, a matemática pode ficar desequilibrada. Além disso, as atividades físicas ainda podem dar a sensação de “compensação” quando você deseja comer um pouco mais.

2. Através de estudos em laboratório, o especialista percebeu que cada pessoa possui uma espécie de limite individual que ajusta a ingestão de alimentos, evitando uma perda excessiva de peso ou promovendo ganho de quilos logo após de uma dieta radical. Portanto, o ideal seria alterar sua biologia de maneira gradual e não se concentrar apenas em números de calorias.

3. Seguir um café da manhã que foi indicado por uma amiga ou inspirado em tabelas e cardápios fechados sem a orientação de um profissional da saúde pode comprometer a perda de peso. Apesar de parecer saudável uma refeição matinal que ajuda uma pessoa a emagrecer, pode provocar efeito completamente diferente em outra com metabolismo e necessidades diferentes. Procurar um especialista para conhecer a opção personalizada ainda é o melhor conselho.

4. O especialista afirma que consumir menos calorias não significa exatamente perda de peso. Adotar um plano alimentar de baixas calorias pode comprometer o bom funcionamento do organismo, já que passar fome constantemente gera um ciclo vicioso que faz com que o nosso metabolismo se torne lento, praticamente impossibilitando o emagrecimento.

5. Segundo o endocrinologista, adoçantes artificiais não tão inocentes quanto parecem e que, apesar de terem relativamente zero calorias, eles ainda produzem grande efeito sobre o corpo. Existem produtos químicos sintéticos em adoçantes artificiais que estimulam os receptores de sabor para alimentos doce até mil vezes mais do que o açúcar.

6. A fissura por determinados alimentos pode provocar desejo incontrolável por carboidratos processados que nunca satisfazem, já que sempre aumentam a vontade, criando uma verdadeira bola de neve que vai impedir a perda de peso. Cortar alimentos do gênero ajudam a descobrir e melhorar sua relação direta com a comida, promovendo assim o emagrecimento.

7. Você certamente conhece os prejuízos do sal para a saúde e a necessidade de reduzir o consumo no dia a dia. Eliminar completamente o alimento, no entanto, pode gerar efeitos negativos. O especialista afirma que a restrição excessiva tem impacto negativo sobre a pressão sanguínea e provocar desequilíbrio e problemas metabólicos.


domingo, 28 de agosto de 2016

Veja 10 benefícios da água para a pele

Você sabia que, além de ajudar a manter uma pele saudável, o consumo de água pode até te auxiliar a emagrecer? Confira suas vantagens e abuse do líquido transparente
A água é o líquido indispensável para manter a saúde e a beleza. Problemas como pele seca, cabelos fracos, inchaços, hipertensão e cálculos renais podem ser evitados com a ingestão de dois litros de água por dia. Além disso, a água é um forte aliado para quem deseja emagrecer, pois o seu consumo induz a sensação de saciedade. Segundo Gabriel Cairo Nunes, especialista e nutricionista esportivo da Clínica HealthMe Gerenciamento de Perda de Peso (SP), beber água contribui para o bom funcionamento do organismo, atuando de maneira completa em todas as áreas do corpo: “Isso não só ajuda a manter a pele saudável como também influencia na formação de ácidos graxos, responsável pela manutenção e lubrificação da pele, protegendo-a da evaporação excessiva de água e de outros micro-organismos, além de construir uma barreira de proteção contra os agentes externos”, explica.

A falta de água no organismo pode causar desidratação, fadiga, cansaço, intestino irregular, câimbras, pressão sanguínea irregular, pele seca e problemas nos rins. “É importante que a pessoa sempre carregue uma garrafinha de água na bolsa. Muitos falam que não gostam de água pura, então experimente pingar gotas de limão ou deixar morangos e rodelas de laranja imersas na água”, recomenda a nutróloga Liliane Oppermann (SP). Nunes explica como descobrir se sua pele está desidratada: "Levante uma das maçãs do rosto com um dedo e observe se na parte superior há algum sinal de estrias. Se perceber estrias na região, com certeza a pele está precisando de cremes hidratantes e você deve elevar o consumo de água". Para você ficar ainda mais motivada a aumentar o consumo do líquido, confira as 10 principais vantagens em beber água listadas pelo nutricionista Gabriel Cairo Nunes: 

1) Poderosa arma contra a celulite
A água ajuda o organismo a eliminar as impurezas, além de facilitar a evacuação e melhorar a circulação sanguínea. O resultado disso evita o aparecimento da celulite.

2) Disfarça as rugas
Quando a pele está hidratada, as rugas se tornam menos perceptíveis e a pele fica mais firme. 

3) Fonte rica de beleza
Controla os níveis nutricionais sanguíneos e favorece a absorção dos nutrientes necessários ao equilíbrio celular. 

4) Unhas e cabelos hidratados
É possível notar se o corpo está hidratado avaliando as características do cabelo e das unhas. A pele é a primeira a sofrer, pois a desidratação provoca diminuição do tônus, textura e elasticidade.

5) Livre-se dos inchaços
Quando o corpo está hidratado, o volume de sangue aumenta e melhora a circulação. Beber água ao longo do dia evita que o organismo retenha sódio, responsável pelos inchaços. 

6) Equilíbrio corporal
O consumo adequado de água contribui para a absorção dos nutrientes necessários ao equilíbrio da pele. Além disso, estimula o intestino que elimina toxinas impedindo que o seu acúmulo seja refletido na pele.  

7) Rejuvenesce
A água é uma forte aliada dos cremes hidratantes, pois ambos trabalham juntos para deixar apele mais bonita e saudável. Os cremes conseguem atingir a camada superficial da derme, enquanto a água é capaz de hidratar as camadas mais profundas da derme.

8) Contra o envelhecimento
As fibras de colágeno, responsáveis pela sustentação da pele, dependem da água para a sua renovação e seu bom funcionamento.
  
9) Ajuda a emagrecer
Beber água antes e entre as refeições ajuda a aumentar a sensação de saciedade. Além disso, auxilia no processo de digestão e melhora a prisão de ventre.

10) Essencial para manter a boa aparência
Interfere na manutenção celular e dos órgãos, no bom funcionamento do sistema imunológico e no equilíbrio hormonal. 


sábado, 27 de agosto de 2016

Conheça os alimentos que rejuvenescem a pele

Muitos alimentos apresentam propriedades capazes de prevenir o envelhecimento da pele. Saiba quais são eles!

Engana-se quem pensa que o envelhecimento da pele só pode ser prevenido com cremes e tratamento estéticos caríssimos. A alimentação é parte importantíssima desse processo, já que muitos alimentos são considerados antioxidantes e combatem o excesso de radicais livres no organismo, principal causador do envelhecimento precoce da tez. “Quando há um desequilíbrio entre a produção de radicais livres e os mecanismos de defesa antioxidantes, ocorre o chamado 'estresse oxidativo'. Esse 'estresse' pode ser combatido pelos antioxidantes, que são obtidos através da alimentação”, explica Thaís Souza, nutricionista da rede Mundo Verde.

Porém, para desempenhar essa função, os alimentos precisam conter algumas propriedades antiaging, como a capacidade de absorção do radical oxigênio (ORAC), um potente antioxidante que cai como uma luva na hora de combater os radicais livres. Para Andréa Santa Rosa Garcia, membro da Sociedade Brasileira de Nutrição Funcional, nosso papel é inserir na alimentação alguns desses nutrientes que terão a função de retardar esse processo: “Acrescentar no dia a dia, frutas, legumes e verduras, mesmo que possam ter um nível ORAC médio, já ajudam na ação antianging”, completa.

Gergelim: rico em antioxidantes, diminui os danos causados pelos radicais livres na pele. Recomendação: consumir 1 colher de sopa por dia.

Açaí (na versão sem açúcar e sem guaraná): rico em fitoquímicos como antocianinas e proantocianinas que são importantes antioxidantes. Recomendação: ingerir meia porção por dia (1/2 polpa).

Gojiberry: atualmente é considerada uma das frutas com maior potencial de antioxidação. Além disso, é fonte de vitamina C e zinco, ambos co-fatores da síntese de colágeno que dá elasticidade a pele. Recomendação: consumir 1 colher de sopa/dia: sucos, iogurtes, molhos para saladas e vitaminas.

Aveia: contém beta-glucanas, que diminuem o desenvolvimento da inflamação cutânea e o processo inflamatório que eleva o estresse orgânico e produz mais radicais livres. Recomendação: consumir 1 colher de sopa de aveia/ dia.

Geleia real: a geleia real é utilizada como alimento exclusivo para a abelha rainha. Seu consumo vem sendo associado à longevidade, pois enquanto uma abelha operária vive entre 30 e 40 dias, a abelha rainha pode viver entre 4 a 6 anos. As vitaminas C e E e o inositol presentes na geleia real, possuem ação antioxidante, atuam neutralizando a ação dos radicais livres e prevenindo os efeitos indesejados relatados. Além disso, os aminoácidos presentes na composição da geleia real podem auxiliar na síntese de colágeno, responsável pela sustentação da pele. Assim, este superalimento é capaz de combater flacidez e rugas, retardando o envelhecimento.

Frutas vermelhas: amoras, framboesas, morango, mirtilo, cereja, uva escura, cranberry, etc. são frutas vermelhas que apresentam alto teor de antioxidantes. Suas cascas de cores que vão de vermelho a arroxeado, são ricas em flavonoides, antioxidantes que neutralizam a ação dos radicais livres.  Além dos flavonoides, esses alimentos também são ricos em vitaminas C e E, o que aumenta ainda mais o seu poder antioxidante.

Cacau: é rico em polifenóis e catequinas, substâncias de ação antioxidante que atuam no retardo do envelhecimento. O cacau pode ser utilizado em pó e também é encontrado em chocolates amargos com maior teor de cacau (30, 50 e 70%).

Chá verde: riquíssimo em catequinas e polifenóis, melhora a formação de colágeno e inibe o aparecimento de células cancerígenas na pele. Recomendação: ingerir de 3 a 4 xícaras de chá por/dia, de preferência longe das refeições e na forma infusa. Evite consumir o chá verde no período no turno pois possui cafeína e pode alterar o sono.

Óleo de coco e Óleo de Abacate: ricos em vitamina E, um potente antioxidante. Atua reduzindo o processo de envelhecimento das células.

Chia: os mais importantes antioxidantes encontrados nas sementes são o ácido caféico e ácido clorogênico.

Oleaginosas: as avelãs, nozes, amêndoas e castanhas possuem grandes quantidades de nutrientes antioxidantes que retardam o envelhecimento.

Suco de Uva Integral: fonte de resveratrol, um poderoso antioxidante presente na casca da uva e que retarda o processo de envelhecimento.


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

15 provas de que assistir vôlei é muito melhor que futebol

O placar NUNCA será 0 a 0.

1. Não existe um jogo que termine 0 a 0.
Tem coisa mais sem graça que perder pelo menos 90 minutos da vida sem ver um mísero gol???

2. Quanto mais disputado um jogo, mais tempo ele pode durar.
O futebol tem os mesmos 2 tempos de 45 minutos, já o vôlei pode ter até 5 sets com horas e horas de comoção.

3. A grande maioria dos pontos é marcado depois de uma bela dose de emoção, com bloqueios disputados ou um rally incrível.
No futebol podem ter longos minutos de chatice com toques de bola sem a mínima graça.

4. Mas de vez em quando aparece um ponto MATADOR, resolvido em um único saque.
Raramente um gol é marcado tão rápido, mudando o placar do nada.

5. Futebol não tem bloqueio, que é simplesmente uma das melhores coisas do esporte.
Sério. Já viu a galera pulando? O barulho que a bola faz quando bate na MURALHA?

6. Futebol não tem match point.
E não tem em nenhum momento match point trocado, quando os times ficam revezando o match point até chegar em 33 a 35.

7. Os rallys intermináveis são melhores que qualquer lance de futebol.
Talvez sejam a melhor coisa de todos os esportes. É um teste pra cardíaco, como diria nosso querido locutor.

8. O vôlei de praia, que tem só duas pessoas em cada lado, é uma versão ainda mais emocionante.
Tem ideia de como é difícil cobrir toda aquela área do seu lado SÓ COM DOIS?

9. E no vôlei de praia o pessoal aparece bonito demais.

10. É muito mais fácil entender o que é um líbero do que o verdadeiro significado de um impedimento.

11. As equipes são obrigadas a ficar bem próximas, frente a frente, trocando olhares!!!
E controlar essa emoção. Em futebol o máximo é uns arranca-rabos.

12. Ninguém derruba ninguém, ninguém bate em ninguém. Não tem porradaria.
Diferente do futebol com carrinho, empurrão, tapa, cartão amarelo e vermelho pra todo lado.

13. Você SEMPRE vai ficar tentando entender o que afinal eles estão combinando com aqueles sinais de mão.
E você adoraria ter sinais tão doidos combinados com os seus amigos também.

14. Volta e meia os atletas parecem desafiar as leis da Física.

15. E no futebol não tem como vermos o Bernardinho eternamente à beira de um ataque de nervos.

Consumo de água reduz risco de obesidade infantil: estudo explica por que isso acontece

Essencial para a vida, a água traz incontáveis benefícios à saúde, e seu simples consumo diário pode ajudar no tratamento e prevenção de doenças. A bebida é especialmente importante para crianças que, por possuírem uma massa corporal menor do que a dos adultos, retêm mais calor do ambiente.

Atividades físicas comuns e frequentes para os pequenos, como brincadeiras, natação, futebol, balé e tantas outras, resultam em uma necessidade maior de hidratação do organismo, uma vez que uma quantidade muito grande de água é perdida durante estas práticas através do suor.

Segundo a bióloga Manuela Seidel, a bebida é fundamental para odesenvolvimento das crianças e deve ser oferecida desde a amamentação, por meio do leite materno. "É neste período que a mãe deve ingerir uma quantidade adequada de água, aproximadamente 30 mililitros por quilo do peso dela, para que o filho absorva a quantidade necessária do líquido", orienta. "Após este tempo, a água deve ser incorporada ao dia a dia da criança, sendo oferecida para ela constantemente", completa.

Obesidade infantil

Segundo cita a bióloga, uma pesquisa realizada pelas Universidades de Dortmund, na Alemanha, e Witten-Herdecke, na Inglaterra, em 2009, apontou uma relação direta entre o aumento do consumo de água diário e a diminuição do risco de excesso de peso nas crianças.

A pesquisa foi feita com quase três mil alunos, que foram divididos em 32 grupos. Parte deles foi incentivada a ingerir um copo a mais de água por dia do que o consumido normalmente. Em um ano, houve uma queda de 31% no risco de excesso de peso nas crianças que estavam bebendo mais água.

O restante delas apresentou aumento de peso no mesmo período. "Isso se explica porque, se a ingestão de água não for adequada, a realização das funções do nosso organismo não acontece de forma eficiente", explica a bióloga.


quinta-feira, 25 de agosto de 2016

15 medicamentos que você usa sem prescrição, mas podem ser perigosos

Analgésico, anti-inflamatório, relaxante muscular, antitérmico e antiácido são os medicamentos isentos de prescrição mais utilizados

Na maioria das vezes, quando sentem uma dor de cabeça, cólica, estão com febre ou dor muscular, por exemplo, as pessoas vão a uma farmácia em busca dos chamados MIPs (Medicamentos Isentos de Prescrição). Eles são aprovados pelas autoridades sanitárias e têm o objetivo de tratar sintomas menores. A venda é possível sem prescrição ou receita médica.

Porém, isso não significa que eles possam ser utilizados sempre e de qualquer maneira. São medicamentos, e baseando-se nas características peculiares, os MIPs também podem causar problemas de saúde, seja pelo uso excessivo ou inadequado. O cuidado deve ser ainda maior no caso de crianças, idosos, gestantes e pessoas com alguma doença.

Priscila Vautier, farmacêutica, Mestre em Farmácia, docente em curso de Farmácia e Diretora no Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de São Paulo, comenta que os medicamento isentos de prescrição mais utilizados pelas pessoas são os analgésicos, anti-inflamatórios, relaxantes musculares, antitérmicos e antiácidos.

Vale destacar que os MIPs, ainda que sejam considerados de baixo risco, podem causar, em alguns casos, reações adversas, intoxicações e interações medicamentosas. Por exemplo, se não houver uma orientação correta, a pessoa pode cometer a subdosagem (o que não aliviará os sintomas desejados), ou ainda, pode haver a superdosagem, levando a uma intoxicação. Também há o risco de se usar dois medicamentos com o mesmo princípio ativo, o que também pode levar à intoxicação; além da possibilidade do paciente já consumir um medicamento de uso crônico que, por sua vez, interage com o fármaco presente nos MIPs.

15 classes de medicamentos que não se deve tomar indiscriminadamente

Nos tópicos abaixo você confere quais são os principais riscos de se utilizar determinados grupos de remédios, que parecem inofensivos, mas que, quando utilizados de forma exagerada ou inadequada, podem se tornar perigosos.

1. Hormônios e anticoncepcionais

Priscila destaca que o uso indevido pode levar ao descontrole hormonal do organismo. “E o uso contínuo pode aumentar o risco de aumento de pressão arterial, trombose profunda (principalmente quando associada ao cigarro) e enxaqueca”, diz.
Amouni Mourad, assessora técnica do CRF-SP (Conselho Regional de Farmácia), ressalta que vários estudos epidemiológicos demonstram associação clara entre o uso de contraceptivos orais combinados e o aumento de risco para trombose venosa e arterial.

2. Absorventes e antifiséticos intestinais (Simeticona)
Amouni comenta que um exemplo dessa classe de medicamentos é a simeticona. “É um silicone antifisético com ação antiflatulenta, que alivia o mal-estar gástrico causado pelo excesso de gases.”
A assessora técnica explica que a simeticona não é absorvida pelo organismo, e atua somente dentro do aparelho digestivo, sendo totalmente eliminada nas fezes. “Embora reações indesejáveis sejam pouco prováveis, são relatados: eczema de contato (reação inflamatória que ocorre devido ao contato da pele com um agente irritativo ou que cause alergia); e, em casos raros, reações imediatas como urticária (lesões vermelhas na pele que coçam muito)”.
Luftal também é um conhecido antifisético intestinal e utilizado muitas vezes por pacientes com excesso de gases. Vale destacar que ele alivia os sintomas, mas não “resolve o problema”. Não costuma causar efeitos colaterais, mas podem ocorrer em casos raros: inflamação na pele ou alergia da pele.
Priscila destaca que o uso inadequado desse tipo de medicamento pode, em alguns casos, levar à constipação temporária.

3. Analgésicos e antitérmicos (AAS, Dipirona, Paracetamol)
Priscila explica que Paracetamol é um anti-inflamatório não esteroidal: “o uso crônico pode levar a uma hepatotoxicidade (dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas)”.
Amouni destaca que, embora Paracetamol possa ser utilizado durante a gravidez, o médico deverá ser consultado antes disso. “Além disso, ele não deve ser administrado por mais de 10 dias para dor ou para febre por mais de 3 dias”, diz.
AAS, conforme explica Priscila, pode ocasionar sangramento gástrico e é contraindicado em caso de dengue.
“Dipirona, quando utilizado inadequadamente, pode causar hipotermia, reações na pele, inflamação de tecido renal”, destaca Priscila.
“Quando tais medicamentos são ingeridos junto com álcool, podem ocorrer úlceras, distúrbios gastrointestinais e hemorragias”, acrescenta a farmacêutica Priscila.

4. Antiácidos
Amouni comenta que a maioria dos antiácidos contém um ou mais dos quatro componentes principais: sais de alumínio, sais de magnésio, carbonato de cálcio e bicarbonato de sódio.
“Eles podem ter interações com muitos fármacos de prescrição médica, por isso, é muito importante consultar um farmacêutico sobre as interações entre os medicamentos antes de tomá-los. Além disso, especialmente as pessoas com afecções cardíacas, hipertensão ou problemas renais devem consultar o médico antes de tomar um antiácido”, acrescenta a assessora técnica.
Priscila destaca como principais riscos/problemas do uso exagerado ou do uso indevido desse tipo de medicamento: deficiência na absorção de alimentos e medicamentos; constipação e diarreias.

5. Antialérgicos e anti-histamínicos (Dexclorofeniramina, Loratadina)
Amouni comenta que Dexclorofeniramina, Hidroxizina, Prometazina e Ciproeptadina são os antialérgicos mais antigos e conhecidos, pois foram os primeiros a serem usados no tratamento das doenças alérgicas. “O efeito colateral mais comum e incômodo é a sedação. Podem ainda ocorrer sonolência (ou agitação), diminuição da concentração, alterações de memória e da coordenação psicomotora, além de boca seca, visão turva, retenção da urina, aumento de apetite e ganho de peso. Até pela possibilidade desses efeitos colaterais, esse tipo de medicamento deve ser evitado em motoristas, pilotos ou em trabalhadores em risco de acidente”, diz.
Loratadina, Desloratadina, Cetirizina, Levocetirizina, Ebastina e Fexofenadina são os antialérgicos chamados de “segunda geração”, considerados mais modernos. “Proporcionam alívio dos sintomas causando pouca sedação e mínimos efeitos na atividade psicomotora. Em alguns casos, pode ocorrer dor de cabeça (cefaleia), sendo este o efeito colateral mais significativo”, diz Amouni.
A farmacêutica Priscila destaca como principais problemas do uso exagerado ou inadequado dos antialérgicos: sonolência, engrossamento ou adensamento do muco.

6. Antieméticos (Metoclopramida)
Age nas funções digestivas comuns como náuseas e vômitos. Priscila diz que, em grupos de risco (idosos, crianças, diabéticos), esse tipo de medicamento tem vários efeitos adversos. “Abuso pode causar ansiedade e agitação e, às vezes, sonolência”, acrescenta.
De acordo com informações da bula do medicamento, as reações adversas mais frequentes são: inquietação, sonolência, fadiga e lassidão/exaustão (ocorrem em aproximadamente 10% dos pacientes). Com menor frequência: insônia, dor de cabeça, tontura, náuseas, galactorreia, ginecomastia, erupções cutâneas, incluindo urticária ou distúrbios intestinais.
Ainda segundo a bula do medicamento, reações como inquietude, movimentos involuntários, fala enrolada etc. podem ser mais frequentes em crianças e adultos jovens; enquanto que movimentos anormais ou perturbados são comuns em idosos sob tratamentos prolongados.

7. Antiespasmódicos (Buscopan)
Buscopan (brometo de N-butilescopolamina) é um exemplo desse tipo de medicamento. É indicado para tratamento dos sintomas de cólicas gastrintestinais, cólicas e movimentos involuntários anormais das vias biliares e cólicas dos órgãos sexuais e urinários.
“O abuso pode levar à secura da boca e sonolência, visão turva e taquicardia”, diz Priscila.
“Quando associado a analgésicos (Dipirona, por exemplo) é necessário ter ainda mais cuidados. Doses altas de escopolamina podem causar delírio, confusão mental, paralisia, estupor e até mesmo morte”, acrescenta a farmacêutica.

8. Antifúngicos e antimicóticos
Os antimicóticos ou antifúngicos são basicamente farmacêuticos utilizados para tratar e/ou prevenir micoses, como “pé de atleta”, dermatofitoses (micoses superficiais que ocorrem em pelos, unhas e pele), candidíase, infecções sistêmicas como meningite etc.
Muitos desses medicamentos são vendidos somente com prescrição médica, mas alguns estão disponíveis como medicamentos de venda livre.
O uso inadequado deste tipo de medicamento, de acordo Priscila, pode causar: resistência ao tratamento, vermelhidão e sensação de queimadura.

9. Anti-inflamatórios e antirreumáticos (Diclofenaco, Nimesulida)
Diclofenacos, Nimesulida, Piroxicam, Tenoxicam são exemplos de medicamentos da classe.
Priscila explica que, com o uso exagerado/inadequado, o paciente pode ter: dor de estômago, azia, náuseas, vômitos, desenvolvimento de úlceras que causarão sangramento ou perfuração (estômago e duodeno), problemas hepáticos (cirrose medicamentosa), nefrite (comprometimento dos rins), anemia e problemas cardíacos.

10. Antiulcerosos (Omeprazol)
É indicado para tratar esofagite de refluxo, gastrite, úlcera gástrica e úlcera duodenal, além de funcionar como um “protetor gástrico” para quem vai usar medicamentos que “machucam” o estômago.
Embora Omeprazol seja um medicamento que exija prescrição médica, muitas pessoas acabam conseguindo comprá-lo sem receita médica. Mas, vale reforçar: o uso exagerado e inadequado pode causar problemas à saúde.
“O abuso pode mascarar outras doenças como câncer de estômago, problemas de fígado e vesícula. Pode inibir a absorção de algumas vitaminas e minerais, podendo causar efeitos como câimbras e problemas cardíacos”, explica a farmacêutica Priscila.

11. Expectorantes (Xaropes)
Esse é um tipo de medicamento bastante utilizado quando a pessoa tem muita tosse com catarro.
O expectorante tem como ação, resumidamente, aumentar a quantidade de catarro e reduzir a viscosidade das secreções, promovendo consequente remoção das vias aéreas.

Amouni diz que um exemplo de expectorante é o cloridrato de bromexina, que, geralmente, é bem tolerado. “Podem se observar, porém, diarreia, náusea, vômito e outras manifestações gastrintestinais leves. Já foram relatadas também reações alérgicas, incluindo erupções cutâneas, urticária, broncoespasmo, angioedema e anafilaxia”, diz.
Priscila destaca como principais problemas do uso inadequado de expectorantes os distúrbios gastrintestinais (náuseas, vômito).

12. Relaxantes musculares (Carisoprodol)
Exemplo de relaxante muscular, de acordo com Amouni, é o Carisoprodol. “O relaxante muscular produz relaxamento muscular e também sedação como reações mais comuns (ocorrem em pelo menos 10% dos pacientes). Pode ocorrer ainda queda de pressão, sonolência e tontura”, diz.
Priscila ressalta que o abuso de relaxantes, como Carisoprodol, “pode levar à dependência e tolerância, desenvolvendo confusão mental, ansiedade, falta de coordenação e equilíbrio”.
Vale destacar ainda que, se utilizado simultaneamente com álcool ou outro depressor do sistema nervoso central, pode causar problemas mais graves, como depressão.

13. Soluções oftálmicas (Colírio)
Os colírios são as chamadas soluções oftálmicas e, se usados de forma inadequada, sem orientação médica, podem causar problemas sérios.
“O abuso pode ser caracterizado quando se muda a posologia indicada ou utiliza-se de colírios sem prescrição médica”, esclarece Priscila. “Nestes casos, danos à saúde ocular podem ocorrer, como: alteração da secreção lacrimal, lesão ocular, infecção ocular, glaucoma. Além disso, o uso pode causar confusão mental, crises hipertensivas”, explica a farmacêutica.

14. Repositores eletrolíticos (Isotônico)
Os repositores eletrolíticos são geralmente utilizados por atletas, para ajudar na hidratação e na reposição dos sais (sódio, potássio, magnésio) perdidos por meio do suor em atividades de longa duração.
Costumam vir na forma de pastilhas efervescentes, que devem ser diluídas em água, sempre de acordo com as orientações do produto.
Priscila explica, porém, que, no preparo incorreto, com menos água do que o recomendado, podem ocorrer, como consequências mais graves de overdose: hipernatremia (excesso de sódio no sangue) e/ou hipercalemia (grande quantidade de potássio no sangue).

15. Descongestionantes nasais
Priscila explica que, com o uso frequente e prolongado de descongestionantes nasais, pode ocorrer congestão nasal rebote (rinite medicamentosa), que aumentada (ou rebote) leva o paciente a usar mais e mais o descongestionante. “Por isso, eles não devem ser usados por mais de 5 dias seguidos e nem em menores de 5 anos”, diz.
“Alguns podem ainda aumentar a pressão sanguínea e aumentar a glicemia em diabéticos”, acrescenta a farmacêutica.

Esses são apenas exemplos de tipos de medicamentos que, muitas vezes, são utilizados de forma inadequada. Vale destacar que algumas pessoas chegam até mesmo a se automedicarem com remédios que exigem prescrição médica (que não são MIPs), quando, por exemplo, utilizam um medicamento de outra pessoa da casa, de um amigo etc.

Por isso, de forma geral, é sempre bom lembrar que a automedicação é muito perigosa. Para Priscila, “é de extrema importância que as pessoas se conscientizem de que todos os medicamentos, isentos ou não de prescrição, podem oferecer risco à saúde”.

De acordo com Amouni, a única forma de o consumidor fazer uma administração segura do medicamento é a partir de uma efetiva orientação. “A farmácia deve atender ao previsto na lei e manter farmacêutico presente no local durante todo período de funcionamento, garantido assim o direito do consumidor ser atendido e orientado por um profissional habilitado.”

“Vale a pena salientar que qualquer que seja o medicamento o uso inadequado poderá acarretar riscos à saúde do paciente, portanto todo medicamento deverá ser utilizado mediante prescrição e principalmente com orientação precisa”, finaliza Amouni.

Lembre-se: com saúde (e medicamentos!) não se brinca. Utilize remédios somente quando houver orientação médica.


Fonte: http://www.dicasdemulher.com.br/perigos-da-medicacao-sem-prescricao/ - por Tais Romanelli - Foto: Getty Images