sexta-feira, 31 de julho de 2015

Saiba como manter suas unhas mais saudáveis

Descamação e quebra podem indicar que existe algum desequilíbrio na alimentação ou até que a saúde não vai bem

As mãos têm que estar bem cuidadas, com unhas resistentes e saudáveis. Caso contrário, o trabalho da manicure vai por água abaixo em poucos dias. Consultamos especialistas no assunto e entregamos todos os truques para tratar suas unhas de dentro para fora, até a superfície.

Beleza = a saúde
Unhas fracas podem indicar problemas que vão além das mãos e dos produtos que você usa na manicure. "Elas dizem muito sobre sua saúde nutricional", fala a nutricionista Andrea Santa Rosa Garcia, do Rio de Janeiro. "Unhas que descamam, quebram facilmente ou apresentam manchas sugerem que existe algum desequilíbrio na alimentação ou que a saúde não vai bem." Conheça os principais sinais de alerta.

Quebra-quebra
Se você tem dificuldade de cultivar unhas compridas porque as suas sempre quebram antes, o problema pode ser a deficiência de determinados nutrientes. "A baixa ingestão de cálcio enfraquece tanto unhas quanto cabelos", avisa a endocrinologista Flávia Junqueira, da Clínica Goa Health Club, no Rio de Janeiro. "Consuma com mais frequência brócolis, sardinha, soja, espinafre, grão-de-bico, linhaça e derivados do leite, que são boas fontes desse mineral." Alimentos ricos em vitaminas C e E e do complexo B também são importantes porque estimulam o organismo a produzir queratina, proteína que fortalece as unhas", diz Flávia. Prepare-se para incluir  na lista do supermercado: ovo, grãos integrais, acerola, laranja, morango e folhas verde-escuras. "Se não perceber mudança, procure um médico para descartar a possibilidade de alguma disfunção da tireoide, micose ou exposição excessiva à química dos produtos usados na unha", completa.

Descamação
A deficiência dos minerais zinco, selênio e cálcio, além de proteínas e vitaminas, é responsável pelo enfraquecimento, pela descamação e pelas depressões (como se houvesse degraus) na superfície da unha. Além dos alimentos já citados, pense em comer mais nozes e castanhas, feijão, linhaça, aveia e carne vermelha (sem exagerar nos cortes mais gordurosos).

Amarelo: atenção
Nas unhas, a coloração amarelada pode indicar que você precisa dar um tempo nos esmaltes que vem usando ou que está exagerando na ingestão de betacaroteno. Se, mesmo trocando o esmalte, o aspecto escurecido não desaparecer, diminua a quantidade de cenoura, mamão, abóbora, beterraba (e outros alimentos amarelo-alaranjados) por um tempo. "As manchas também podem ser consequência do tabagismo, do uso prolongado de antibióticos ou, ainda, denunciar patologias como diabetes e doença hepática ou renal", observa Flávia Junqueira. Se a coloração amarelada permanecer, procure um médico.

Cuidados no salão
Tudo bem que ir à manicure é uma delícia, mas pode virar uma dor de cabeça se você (e a profissional) não for cautelosa. Fique de olho nas medidas certas de higiene e manutenção das suas unhas.

Preserve a cutícula
Para algumas mulheres, a vontade de remover a cutícula é grande, mas o melhor é resistir à tentação. "Essa pele protege a unha contra a entrada de bactérias e fungos, além de deixá-la mais forte desde a raiz", comenta a manicure Raíssa de Mello João, dona do salão Cheers Nail Club, em São Paulo. O ideal é retirar a parte ressecada que estiver levantando e incomodando. A pelinha mais profunda, que une a base da unha e o dedo, é bom preservar.

Tenha seu arsenal
Se você ama manter as unhas feitas, o melhor é ter seu próprio estojo de acessórios, com alicate, lixa e palito de uso exclusivo. Aposte naqueles feitos de aço inoxidável, que duram mais e podem ser higienizados e esterilizados facilmente. Palitos e lixas comuns, feitos de madeira e papel, precisam ser descartados depois de três usos, no máximo, para não correr o risco de juntarem fungos e bactérias que podem contaminar as unhas mais tarde.

Maneire na lixa
Mesmo se a unha apresentar descamação ou desníveis, jamais tente uniformizar passando a lixa no comprimento todo (nem com a de espuma). "Isso afina a lâmina e fragiliza ainda mais a unha, sem resolver nenhum problema", avisa Raíssa. O certo é apenas lixar as pontas. Use o mesmo creme de mãos para hidratar as unhas pelo menos duas vezes por dia e use base niveladora, no caso de degraus na superfície.

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/saude/womens-health/saiba-como-manter-suas-unhas-mais-saudaveis - Escrito por Larissa Serpa (colaboradora) - Editado por Juliana Vaz (colaboradora) – Foto James Wojcik 

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Primeiros socorros: como agir em acidentes domésticos com crianças

Asfixia, queda, afogamento e queimadura são alguns dos principais acontecimentos que podem colocar a vida dos pequenos em risco dentro de casa. Além de prevenir essas situações, é preciso saber também o que fazer na hora em que elas acontecem.

Todo ano, 4,7 mil crianças morrem e 122 mil são hospitalizadas por causa de acidentes ou lesões não intencionais, segundo o Ministério da Saúde. Com esses números, dá para entender por que os acidentes são a principal causa de morte de brasileiros de 1 a 14 anos de idade. "Muitos deles acontecem no ambiente doméstico, principalmente com as crianças pequenas, que ficam mais tempo em casa", revela a pediatra Renata Waksman, do Departamento Materno Infantil do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Entre os bebês que ainda não completaram o primeiro aniversário e aqueles que têm entre 1 e 2 anos, os acidentes que mais matam são as aspirações de objetos estranhos, como brinquedos e alimentos. Na faixa etária dos 2 aos 4 anos, as estatísticas apontam que os afogamentos e os acidentes de trânsito, a exemplo dos atropelamentos, são os mais fatais. "Se analisarmos os casos de atendimentos em prontos-socorros (e não de mortes), as quedas são a maioria", conta Renata Waksman, que também faz parte do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

A boa notícia é que a maior parte dessas situações pode ser evitada com medidas preventivas simples. Mas quando uma delas acontece, saber como agir pode ser fundamental para salvar a vida do pequeno. A seguir, fique por dentro do que deve ser feito em cada tipo de acidente doméstico, das atitudes que não podem ser tomadas e de como manter a sua família longe de tudo isso.

Sufocamento e asfixia
Essas são as principais causas de mortes de crianças de até 2 anos. Em geral, esse tipo de acidente acontece quando bebês ingerem pedaços muito grandes de alimentos ou até objetos como peças de brinquedos, bolinhas de gude ou moedas. "O sufocamento também pode ser ocasionado por sacos plásticos, cordas e protetores de berço", alerta o pediatra Alberto Helito, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Para prevenir essa fatalidade, é importante manter o seu filho longe de todas essas ameaças. Isso pode ser feito, por exemplo, oferecendo a ele comidinhas adequadas para a sua idade, como a papinha, e verificando a faixa etária indicada de todos os seus brinquedos.
O que fazer na hora do acidente
Se, ao engolir um alimento ou algum outro item, a criança estiver tossindo, a orientação é ficar perto e esperar até que ela consiga expelir sozinha o objeto estranho. Caso isso não aconteça e o pequeno fique pálido, é preciso chamar o resgate o mais rápido possível e procurar alguém que saiba fazer as devidas manobras de desengasgo e desobstrução das vias aéreas. "O ideal é que todo mundo que lida com crianças, não só os pais, faça um curso chamado Suporte Básico de Vida para aprender a realizar essas manobras", indica Renata Waksman. Se feitas de forma incorreta, elas podem colocar a vida do seu filho em risco. Portanto, nada de tentar por conta própria!
O que não deve ser feito
Uma das atitudes que os pais costumam ter nesses momentos é colocar a mão dentro da boca da criança na tentativa de retirar o objeto. Mas isso pode piorar ainda mais a situação. "Na maioria das vezes, a pessoa acaba empurrando mais pra dentro o objeto", alerta Helito.

2. Queda
Está aí outro acidente doméstico bastante comum - e não pense que ele só acontece com os maiorzinhos. "A partir dos 4 meses, o bebê já consegue rolar, mas muitos pais não sabem dessa habilidade. Então, há casos em que a criança cai da cama ou do trocador", exemplifica o pediatra do Instituto da Criança.
Para se manter longe disso, não tem jeito: é preciso estar sempre de olho nos pequenos. Em casa, certifique-se de que todas as janelas estejam travadas ou tenham telas de proteção ou grades; bloqueie o acesso às escadas e remova tapetes ou opte por modelos antiderrapantes.
O que fazer na hora do acidente
"Primeiro, segure a criança até que ela pare de chorar e observe sintomas diferentes do usual", orienta a pediatra do Einstein. Entre eles estão perda de consciência, palidez, vômitos, choro prolongado, alterações no comportamento (sonolência ou agitação excessivas) e dor no pescoço ou nas costas. "Caso a criança esteja inconsciente, não é aconselhável removê-la do local", adverte Renata. Aí, o melhor é chamar socorro e verificar se ela está respirando. Se não estiver, deve-se aplicar as manobras de ressuscitação - desde que haja alguém apto para fazer isso.
O que não deve ser feito
Demorar para levar ao hospital ou chamar uma ambulância.

3. Afogamento
Não pense que esse tipo de acidente acontece só no mar ou na piscina - baldes, vasos sanitários e banheiras também são um perigo! Para prevenir o afogamento, além de supervisionar as crianças (inclusive as mais velhas) quando elas estiverem perto de qualquer um desses locais, oriente-as a respeitar placas de proibição em praias, a não brincar de empurrar uns aos outros dentro d’água e nem fingir que está se afogando. Em casa, mantenha os baldes vazios e os banheiros fechados.
O que fazer na hora do acidente
Remova a criança o quanto antes do local e deixe-a deitada. "É importante mantê-la aquecida, porque a hipotermia, que é a baixa temperatura, agrava os sintomas do afogamento", indica Alberto Helito. E chame socorro imediatamente.
O que não deve ser feito
Se você não recebeu o treinamento adequado, não tente fazer manobras como respiração boca a boca ou compressão do tórax. "Tudo isso tem aplicação se feito por alguém que conhece as técnicas. Caso contrário, a pessoa só perderá tempo de pedir ajuda", diz Helito.

4. Queimaduras
Elas podem ser causadas por fogo, líquidos ou comidas quentes e até pela eletricidade. Nos dois primeiros casos, a melhor forma de prevenir é manter a criança longe de locais como a cozinha, onde a maior parte desses acidentes acontece. Outra medida é evitar o uso de produtos inflamáveis, como o álcool.
Em relação à queimadura elétrica, a prevenção pode ser feita, por exemplo, substituindo fiações desencapadas, protegendo as tomadas e não permitindo que os pequenos manuseiem eletrodomésticos, como secadores de cabelo.
O que fazer na hora do acidente
Na queimadura com fogo, a orientação é rolar a criança no chão para tentar apagar as chamas e, assim que estiver controlado, lavar com água e levar para o hospital. No caso da queimadura por escaldamento, enquanto busca a ajuda de um profissional da saúde, lave a área com bastante água corrente.
Já em quadros de queimadura elétrica, a situação é mais delicada. "A corrente percorre uma área maior do corpo da criança e pode acometer, inclusive, órgãos internos", adverte Alberto Helito. Por isso, o primeiro passo é desligar o interruptor da chave e, depois, afastar a vítima da corrente elétrica. "O ideal é não encostar nela, porque você pode levar um choque também. Faça isso com algum material isolante, como um cabo de vassoura", informa a pediatra da SBP. Em seguida, chame socorro e certifique-se de que a criança está respirando - se não estiver, inicie as manobras de ressuscitação ou procure alguém que esteja apto a fazê-las.
O que não deve ser feito
Demorar a pedir ajuda ou utilizar técnicas caseiras, como aplicar pasta de dente, café ou manteiga na área queimada. "Nada disso é útil", afirma o pediatra do Instituto da Criança. O tratamento deve ser feito somente por um especialista, com o conhecimento e a higiene necessária.

5. Intoxicação
Não raro, os pequenos se dedicam a explorar novos territórios na casa e, ao se depararem com objetos nunca antes identificados, os colocam na boca sem pensar. De acordo com a PROTESTE Associação de Consumidores, as intoxicações costumam acontecer nos horários que antecedem as refeições e quando a rotina familiar é alterada, ou seja, durante as férias ou em mudanças. Entre os principais vilões estão remédios, produtos de limpeza e de higiene pessoal e até certas plantas.
Para prevenir esses acidentes, a PROTESTE sugere, por exemplo, guardar esses produtos fora da vista e do alcance das crianças; mantê-los em suas embalagens originais, e não em garrafas de refrigerante ou copos; e dar preferência a embalagens com tampas de segurança, mais difíceis de serem abertas.
"Quanto aos medicamentos, eu sempre oriento os pais a não se referirem aos comprimidos como balas, porque a criança entende que pode tomar quando quiser", avisa Alberto Helito. Outra dica é não tomar remédio na frente da meninada.
O que fazer na hora do acidente
A primeira coisa que deve ser feita é ligar para o Centro de Controle de Intoxicação mais próximo de onde você estiver e descrever o que foi ingerido, em que quantidade e o horário em que isso aconteceu. Enquanto a ajuda não chega, evite que o pequeno pule ou fique muito agitado. "A criança de pé favorece que esse tóxico desça mais rápido", explica o pediatra.
O que não deve ser feito
Se a criança tiver engolido um remédio ou um produto, não dê água, leite ou qualquer outro líquido, pois isso vai fazer com que a substância tóxica seja absorvida mais rápido. O mesmo vale para o vômito: nesses casos, nunca estimule a criança a colocar o que ingeriu para fora. Além disso, não deixe o pequeno sozinho.

6. Cortes
Eles podem ser causados tanto por objetos cortantes quando por uma queda, por exemplo. Por isso, mantenha facas, canivetes e tesouras longe da garotada. E, claro, esteja sempre por perto.
O que fazer na hora do acidente
Cortes de pequena proporção devem ser lavados com água e sabão. "Isso é importante para desintoxicar a ferida e remover bactérias que podem entrar ali", explica Alberto Helito. Se houver sangramento, pressione a área o máximo que puder e procure atendimento médico o mais rápido possível.
O que não deve ser feito
Não passe remédio dentro do machucado ou outros produtos, como álcool. Isso só deve ser feito com indicação médica.  

7. Mordidas de animais
Eles fazem um bem dano para os pequenos, mas é preciso ter certo cuidado. "Os animais têm alguns micro-organismos na boca que podem causar infecções específicas", informa o pediatra do Instituto da Criança. É importante que cães e gatos estejam sempre vacinados. Além disso, quando a bicharada estiver perto do pequeno, esteja sempre de olho. "O melhor é evitar o contato muito próximo até que o bebê complete 3 meses de vida", prescreve Helito.
O que fazer na hora do acidente
Lave o local com água e sabão e procure atendimento médico. Se possível, observe o animal para ver se ele não tem alguma doença.
O que não deve ser feito
Não passe produtos por conta própria. A esterilização e o tratamento devem ser feitos sob a orientação de um especialista.

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/saude/bebe/primeiros-socorros-como-agir-em-acidentes-domesticos-com-criancas - Escrito por Luiza Monteiro - loflo69/Thinkstock/Getty Images

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Alimentos para combater doenças

Conheça os benefícios de certas folhas, raízes, sementes e frutos para combater e evitar doenças. Veja alguns itens baratos e de fácil acesso que atuam como poderosos preventivos

Cebola
Parte utilizada: bulbo.
Nutrientes e ações: rica em vitaminas A, B1, B2 e C, além de sais minerais e compostos com atividades antimicrobiana, antiviral e antioxidante.
Algumas indicações: atua em problemas respiratórios, por ser bactericida, antiviral, fluidificante e antisséptico. Ajuda no controle de gorduras e no diabetes, pois ajuda a diminuir o nível de açúcar no sangue, além de inflamações. Fortalece o sistema imunológico.
Efeitos adversos, precauções e contraindicações: cuidado como uso concomitante de anticoagulantes e anti-inflamatórios não esteroidais. Como alimento não causa reações e ainda tem baixa toxicidade.
Doses e formas de consumo e uso: da planta fresca: 50g/dia; planta seca: 20g/dia

Alho
Parte utilizada: dentes do alho.
Nutrientes e a ação: é fonte de cálcio, ferro, selênio, vitamina C, fósforo e alfatocoferol. É rico em fitoquímicos que diminuem a pressão. Tem ação antibiótica, antifúngica e antiviral.
Algumas indicações: previne úlceras, já que ajuda a combater a bactéria Helicobacterpylori, câncer no intestino, pois estimula o peristaltismo e a secreção ácida. Auxiliar no tratamento da pressão alta e expectorante e antisséptico, no caso de gripes e resfriados. Previne a gota por diminuir os níveis de ácido úrico no sangue. Use-o frito ou cru. O cozimento diminui suas propriedades.
Efeitos adversos, precauções e contraindicações: grávidas devem evitá-lo. Alérgicos e com acne podemapresentar irritação na pele.
Doses e formas de consumo: alho fresco: 2 a 6 g ou 2 a 5 dentes de alho por dia; alho seco: 4 a 6 g por dia; óleo de alho: 0,09 a 0,48ml por dia.

Açafrão da terra
Parte utilizada: rizomas.
Composição nutricional: rico em óleos voláteis, minerais (potássio e cálcio) e vitaminas (B e C).
Algumas indicações: útil para má digestão, aterosclerose, diminui o colesterol e também atua como antioxidante. tem ação antitumora).
Efeitos adversos, precauções e contraindicações: não usarem caso de obstrução do ductobiliar devido a propriedade de estimular a contração da vesícula biliar. Em altas doses, pode ser irritante gástrico. A curcumina não é tóxica na dose de 800 mg/dia por 3 meses. Pode aumentar o risco de sangramento em pacientes utilizando anticoagulantes
Doses e formas de consumo e uso: 
consumo livre na dieta em forma de tempero (pó) para carnes, frangos, ensopados e legumes. Pode ser adicionado em pães, bolos e tortas. E sua ação aumenta quando usamos o açafrão em preparações cozidas. 
para distúrbios digestivos usar decocção de 1,5 g de ( 3 colheres de café) para 1 xícara de chá meia hora antes das refeições.
pode ser usado a tintura nos casos de hiperlipidemias e como anti-inflamatório ( 50 a 100 gotas diluídas em água 1 a 3 vezes ao dia.

Alecrim
Parte utilizada: folhas.
Composição nutricional: rico em óleos essenciais (canfôra), ácidos fenólicos e flavonoides.
Algumas indicações: é bactericida, devido aos seus óleos essenciais e compostos fenólicos. Protege as células do fígado, é anti-inflamatório, melhora a circulação, é diurético e antioxidante.
Efeitos adversos, precauções e contraindicações: pode aumentar a glicemia e diminuir a produção de insulina. Pacientes diabéticos devem usar com cuidado. Grávidas também devem evitar, pois há risco de sangramento. Em uso externo, pode causar irritações na pele.
Doses e formas de consumo e uso:
planta seca (tempero ou chá). 
infusão 3 a 6 g ( 1 a 2 col de sopa) em 150 ml (xic chá) utilizar 1 a 2 xic de chá ao dia. 
tintura ( uso externo): aplicar 10 a 20 gotas sobre a área afetada de 3 a 4 x ao dia.

Hortelã
Parte utilizada: partes aéreas.
Composição nutricional/ ações: dependendo da espécie, produz óleos essenciais. A hortelã é rica em flavonoides, taninos, ácidos fenólicos, vitaminas C e D.
Algumas indicações: a hortelã é utilizada contra gripes, resfriados, faringites e amidalites, devido à sua ação antisséptica. Também ajuda no tratamento da rinite alérgica. É útil para problemas digestivos, como flatulência e cólicas abdominais e na síndrome do intestino irritável.
Efeitos adversos, precauções e contraindicações: na gravidez o seu uso deve ser controlado, pois aumenta a atividade contráctil do útero. Tem ação hipotensora, portanto deve ser observado seu uso em pacientes que usam medicação de controle de pressão. O óleo essencial é irritante da mucosa ocular e em pessoas sensíveis pode ocasionar insônia. Também é contraindicado para grávidas e lactantes. O uso da planta também deve ser evitado em pacientes com hérnia de hiato e refluxo gastroesofágico.
Doses e formas de consumo e uso:
decocção: 1 a 2 colheres de sobremesa da droga vegetal rasurada seca ou fresca em 200 ml de água. Ferver por 2 minutos. Tapar bem e deixar em infusão por 10 minutos. Coar e ingerir após as refeições principais (para síndrome do cólon irritável, cólicas intestinas e estomacais). 
tintura: 60 a 120 gotas da tintura diluídas em água , 3 x ao dia (como antidispéptico, bem como antiflatulento e antiespasmódico).
óleo essencial: uso inalatório de 3 a 4 gotas do óleo em água fervente.

Espinheira-santa
Parte utilizada: folhas.
Composição nutricional/ ações: rica em alcaloides, terpenos (sendo que um deles aumenta a barreira mucosa no estômago), antocianinas, ácidos fenólicos, taninos e saponinas.
Algumas indicações: excelente coadjuvante no tratamento de úlceras gástricas e duodenais, gastrites, diminui a incidência de úlcera provocada por aspirina, aumenta a barreira mucolítica do estômago e tem atividade anti Helicobater pylori.
Efeitos adversos, precauções e contraindicações: contraindicado o uso durante a gravidez, pois seu extrato mostrou efeito abortivo. Não deve ser usado na amamentação, pois diminui o leite, nem é indicado para crianças.
Doses e formas de consumo e uso:
decocção: 1 a 2 g ( 1 a 2 colheres de chá) em 150 ml (xícara de chá) de água de 3 a 4 x ao dia. 
extrato seco padronizado em taninos: 60 a 90 mg de taninos/dia. 
tintura: 5 a 30 ml dia.

Mostarda, couve e brócolis
Parte utilizada: folhas.
Composição nutricional: ricas em vitaminas A, B2, B2, B5, C, betacaroteno, bioflavonoides, minerais e fibras
Algumas indicações: atuam como coadjuvante no tratamento de úlceras, gastrites e colites, bem como verminoses. Têm efeito laxativo, devido à alta quantidade de fibras e atividade prebiótica. Também ajudam a desintoxicar o fígado, ajudam a baixar o açúcar no sangue, controlar o apetite e combater o colesterol.
Benefícios extras: têm ação anticarcinogênica e antitumoral
Efeitos adversos, precauções e contraindicações: pode causar flatulência em pessoas sensíveis, principalmente crus. Recomenda-se consumir preferencialmente ôrganicos, isentos de agrotóxicos.
Doses e formas de consumo: em saladas, cozidos, refogados (com alho e cebola, para aumentar o potencial antioxidante e eleva a absorção de ferro e outros minerais) e sucos centrifugados.

Gengibre
Parte utilizada: rizoma.
Composição nutricional: rico em óleos essenciais, sesquiterpenos, fenilpropanoides, minerais, vitaminas e aminoácidos.
Algumas indicações: excelente para gripes, resfriados e bronquites, por ser um potente bactericida e antitérmico. Ajuda a combater irritações e inflamações na garganta, além de agir contra a rouquidão, ser expectorante e anti-inflamatório. O gengibre ainda é poderoso contra náuseas, vômitos de diversas causas, má digestão e flatulência.
Benefícios extras: útil contra artralgias e processos inflamatórios articulares.
Efeitos adversos, precauções e contraindicações: ausência de efeitos teratogênicos na dose de 1g/dia do extrato padronizado. O uso deve ser cauteloso em pacientes hipertensos e contraindicado o uso interno em hipertensos graves. Também deve-se ter cuidado em pacientes em terapia anticoagulante.
Doses e formas de consumo: na gravidez a dose máxima diária recomendada é de 1g/dia.
seca: 3 a9 g / dia; 
fresca: 3 a 9 g / dia; 
tintura: 5 a 20 ml / dia.
OBS: 1 colher de café de gengibre moído = a 0,5 grama. A OMS recomenda a dose de 1 a 4 g da seca.

Beterraba
Parte utilizada: raiz.
Composição nutricional: rico em vitaminas A, complexo B e C, além de betacaroteno, fitoesterol, açúcares e nitrato.
Algumas indicações: tem ação anti-hipertensiva, aumenta a produção de óxido nítrico (o que melhora a circulação), é antioxidante e útil contra constipação intestinal e aterosclerose.
Efeitos adversos, precauções e contraindicações: por conter muito açúcar simples, pacientes diabéticos devem ingerir com moderação.
Doses e formas de consumo: consumo livre na dieta na forma crua, cozida ou suco. Para melhorar a perfusão sanguínea, usar 100 g de beterraba crua por dia.

Banana
Parte utilizada: pseudocaule, flor e fruto.
Composição nutricional: é rica em carboidratos de baixo índice glicêmico - fibras (pectina), amido e frutose. Contém vitaminas do complexo B, minerais, albuminoides e taninos (a quantidade é maior no fruto verde).
Algumas indicações: a banana prata ou maçã, quando menos madura, ajuda a controlar a diarreia. Já a prata ou nanica maduras são úteis contra a constipação. É útil na gastrite e úlcera, pois reduz a acidez. Também ajuda no controle da pressão arterial pelo alto teor de potássio e magnésio.
Benefícios extras: a banana possui triptofano, que é precursor de serotonina, por isso ajuda na depressão e na TPM. A presença de vitaminas do complexo B também é útil para o aprendizado e para memória.
Efeitos adversos, precauções e contraindicações: não há relatos de toxidade. Só é necessário o uso cuidadoso em pacientes com intestino preso (fruto verde).
Doses e formas de consumo: para úlcera gástrica, utilizar banana amassada e madura. A massa de banana verde ajuda a controlar a glicemia e serve como base para diversos pratos, mingaus e vitaminas.

Maçã
Parte utilizada: todo o fruto.
Composição nutricional/ações: é rica em vitaminas A, B1, B2, B3 e C, polifenóis e flavonoides como a quercitina, que é antioxidante. Tem pectina, fibra que sequestra metais tóxicos e ainda controla a glicemia.
Algumas indicações: previne doenças degenerativas, câncer de fígado, cólon , próstata e pulmão. Coadjuvante no tratamento de diabetes, hipertrigliceridemia, colesterolemia e doenças cardiovasculares. Melhora a digestão e o intestino. E ainda ajuda a aumentar a saciedade.
Efeitos adversos, precauções e contraindicações: não existe contraindicações do seu uso
Doses e formas de consumo: como alimento na forma in natura ou em diversas preparações. Na forma de chá, com a fruta picada e canela, reduz os níveis de glicose, triglicérides e colesterol.

Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/nutricao/home/alimentos-para-combater-doencas/5219/ - Texto Tatiana Pronin / Fotos: Fausto Roim - por Marília Alencar 

terça-feira, 28 de julho de 2015

As várias fases da TPM

Conhecer as mudanças do corpo feminino faz entender os altos e baixos mensais. Saiba quais são as fases da TPM

FASE 1: Mau humor e dores 
Menstruação: o primeiro dia do ciclo é quando a menstruação acontece. Estrógeno e a progesterona estão em baixa. “Como houve maior atuação da progesterona na segunda fase do ciclo, as pacientes apresentam certo desânimo. Algumas pacientes possuem sintomas extremamente desconfortáveis na menstruação, como cólicas e dor de cabeça, podendo piorar o humor”, explica o ginecologista Isaac Yadid, especialista em reprodução humana e membro da Federação Brasileirade Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). É comum que nessa fase as mulheres apresentem a chamada enxaqueca cateminal, que começa dois dias antes da menstruação e pode durar o período todo. “A redução da serotonina, consequência da diminuição dos níveis de estrógeno, causa o aumento no organismo de uma substância chamada ‘substância P’ que atua como vasodilatadora. É essa vasodilatação a causa da enxaqueca”, diz a médica Andressa.

FASE 2: Está tudo bem
Fase Folicular: “logo após a menstruação, a mulher está na fase em que estão sendo secretados os estrogênios”, comenta a endocrinologista Amanda Athayde, diretora do Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Nessa fase há uma seleção dos folículos para que os óvulos possam ser secretados pelos ovários mais adiante no ciclo. Por ser uma fase regida pelos estrógenos, a mulher não apresenta alterações comportamentais. Este costuma ser o período em que as mulheres se sentem melhor e mais ativas.

FASE 3: linda demais!
Ovulação: o período fértil sempre ocorre 14 dias após o começo de ciclos normais. É a fase em que os folículos se rompem e os óvulos começam seu caminho pelas trompas, dos ovários até o útero. Nessa fase há um pico dos hormônios estrógenos e aumento da libido. As mulheres tendem a se sentir melhor com seu corpo: “isso ocorre porque não há retenção de líquidos nessa fase”, explica Andressa. Algumas mulheres podem sentir dor na ovulação. “Isso acontece no momento em que o folículo se rompe. Pode haver sangramento, que é imperceptível. Esse fenômeno pode se repetir durante alguns meses, ou acontecer apenas uma vez na vida”, diz o ginecologista Márcio Coslovsky, membro da American Society for Reproductive Medicine (ASRM).

FASE 4: mantenha distância
Fase Lútea: “Nesta fase, os restos do folículo, que liberou o óvulo, se transformam em corpo lúteo, com secreção hormonal própria”, ensina a endocrinologista Amanda Athayde. E a partir daí começam a aparecer os sintomas que denunciam que essa fase é a mais difícil do mês, aquela em que ocorre a tensão pré-menstrual. Essa fase é notadamente marcada por mudanças no humor e no corpo, que se dividem em cinco grupos distintos (veja a seguir).

Mau humor, irritação e depressão 
Alguns sintomas são mais comuns do que outros: “80% das mulheres podem começar a sentir mau humor, predominando irritação e depressão”, contabiliza Amanda. Isso ocorre devido à sensibilidade do organismo da mulher às mudanças hormonais, principalmente a redução da serotonina, que também ocorre nessa fase. A serotonina também afeta o apetite e, algumas mulheres, buscam comidas como conforto, como explica a endocrinologista Andressa Heimbecher. Mas não há como não sentir-se mau humorada, pois a retenção de líquidos é outro sintoma muito comum.
“O aumento da mama e o inchaço são as mudanças mais frequentes no corpo e podem se iniciar até uma semana antes de menstruar. Com o aumento da retenção de líquido, a mulher pode perceber o ganho de 1 a 2 kg”, descreve o ginecologista Coslovsky. Então, quando a menstruação chega, os estrógenos voltam a subir, o humor melhora, e começa tudo de novo.

Fonte:  http://revistavivasaude.uol.com.br/clinica-geral/as-varias-fases-da-tpm/5205/ - Texto Natasha Franco  / Foto: Shutterstock - por Marília Alencar 

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Comida que rende músculo

Saiba os alimentos mais adequados para comer antes, durante e depois da malhação

De que adianta você suar a camisa para ganhar músculos se não está disposto a comer direito? Poucos especialistas admitem, mas se o seu objetivo é estético, pode ser inútil malhar se você não consome o que precisa para aumentar a musculatura e incinerar gordura. Os alimentos são fontes de nutrientes que regem o bom funcionamento do organismo, impedindo que ele fique vulnerável a doenças. No caso dos exercícios, eles também fornecem a matéria-prima que manterá você em movimento e que será determinante na construção do tecido muscular.

A equação é simples: é necessário comer para ter pique de puxar ferro e, assim, ganhar músculos, e também para fornecer o que o corpo precisa para que eles cresçam e apareçam. Caso você não se alimente adequadamente, corre o risco de engordar ou de fazer com que o seu organismo assalte toda a proteína que constrói músculos, a fim de gerar a energia que a demanda de exercícios exige.

O carboidrato, por exemplo, é a principal fonte de energia do corpo, devendo representar entre 60% e 70% de uma dieta. E pessoas que malham frequentemente devem consumir até mais do que o recomendado. “Segundo a Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte, a indicação diária desse nutriente varia de 5 gramas a 10 gramas por quilo corporal, ou seja, um homem de 70 kg deve ingerir entre 350 gramas e 700 gramas diariamente”, diz Cynthia Antonaccio, nutricionista da Equilibrium Consultoria em Nutrição e Bem-Estar, de São Paulo.

Mas não basta alimentar-se corretamente, ficando de olho apenas na quantidade de nutrientes a serem consumidos. É necessário, ainda, saber o que comer antes, durante e depois da malhação para que seu corpo busque no alimento tudo aquilo que você precisa para ter energia e desenhar formas mais definidas. E isso, naturalmente, também passa por um processo de recuperação muscular pós-treino, período no qual os alimentos têm papel fundamental. Siga o nosso cardápio do que comer ou tomar para ganhar um corpão.

ANTES DA MALHAÇÃO

Chá verde
Estudos revelam que o consumo de um copo (entre 100 ml e 200 ml) de chá verde, antes do exercício, reduz o estresse muscular, controlando os danos provocados pelos radicais livres, que detonam a massa magra.
Açaí
A fruta apresenta elevado teor energético, que será usado pelo seu organismo quando estiver malhando. Também é rica em gorduras mono e poli-insaturadas, potássio, vitamina E, vitamina B e antioxidantes, que lutam contra os radicais livres e diminuem o depósito da gordura ruim nas artérias. Uma tigela antes do treino é suficiente para que você tenha a energia que precisa para a prática do exercício.
Banana d’água
Não teve tempo de comer muita coisa, chegou na academia e precisa malhar? Coma ao menos uma unidade  dessa fruta antes de encarar os exercícios. “Ela oferece 30 gramas de carboidrato, que vai gerar energia para cerca de 1,5 hora de malhação e 400 mg de potássio, fundamental para o desempenho muscular”, diz Fernanda Machado Soares, nutricionista de Petrópolis (RJ).
Aveia
Trata-se de outro alimento importante para constar no seu cardápio de café da manhã.  Meia xícara desse cereal  contém 27 gramas de carboidrato que, segundo um estudo da Universidade Penn State (EUA), fornecerá a energia que você precisa para suportar o pique da malhação logo após a sua primeira refeição do dia.
Cereais integrais
Esses alimentos não podem faltar no café da manhã e no almoço, principalmente se você costuma malhar no fim do dia ou à noite. Eles fornecem um bom montante de carboidrato, que garantirá a energia que você precisa para fazer exercícios. Sem contar que são ricos em fibras, que promovem a absorção gradual de carboidratos pela corrente sanguínea, e também ajudam a transportar proteínas para os músculos para que eles se desenvolvam. A sugestão é para que você não deixe de comer arroz integral, ao menos no almoço, para ter pique de puxar ferro mais tarde. A quantidade dependerá do esforço que você costuma doar aos pesos. Mas, no geral, cerca de três colheres de sopa estão de bom tamanho.
Batata-doce
Uma unidade grande tem cerca de 30 gramas de carboidrato, que é a recomendação diária pré-treino. O carboidrato contido nesse alimento permitirá uma produção longa e gradual de energia, evitando que o organismo acumule o nutriente na forma de gordura. Se fizer exercícios no  fim do dia, acrescente o legume no lanche da tarde, pois o consumo de carboidrato dever ser feito, no mínimo, duas horas antes da malhação. “Além disso, a batata-doce tem vitamina A, que é um antioxidante importante para o organismo, também por fortalecer o sistema imunológico”, diz Luana Grabauskas, outra nutricionista da Equilibrium Consultoria em Nutrição e Bem- Estar, de São Paulo.

DURANTE A MALHAÇÃO
Água de coco
É claro que você não precisa levar um coco para a sala de musculação. Mas coloque a água dessa fruta em uma garrafinha e tome à medida que puxa ferro. Assim, você repõe os sais minerais. Através da transpiração, perdemos muitos eletrólitos fundamentais ao transporte de oxigênio pelo corpo e gastamos nosso estoque de energia. Segundo a nutricionista Fernanda Machado Soares, bebendo 100 ml desse líquido a cada 40 min. de atividade física, é possível dobrar o rendimento, contribuindo para uma maior queima calórica e síntese de massa muscular.
 Barra de cereal
Outra  fonte predominante de carboidratos (uma unidade tem cerca de 15 gramas desse nutriente). Geralmente possui aveia, um mina de vitaminas do complexo B.
Banana
É uma fonte de energia por excelência, rica em carboidrato. Uma unidade tem entre 80 e 100 calorias e cerca de 22 gramas desse nutriente. Possui, ainda, vitaminas do complexo B, que estão relacionadas à produção de energia, e potássio, que ajuda na contração muscular.

DEPOIS DA MALHAÇÃO
Leite magro com achocolatado
Essa é uma das melhores bebidas a serem tomadas logo após a malhação, pois possui uma concentração balanceada de proteínas e carboidratos, essenciais para o aumento da massa muscular. Segundo um estudo da Universidade de Indiana (EUA), um copo de 200 ml desse saudável drink é tudo o que seus músculos pedem logo após o exercício, sem que você corra o risco de incorporar calorias desnecessárias.
Cereja
Esta fruta é uma das mais ricas fontes de antioxidantes, que combatem os radicais livres que conspiram contra seus músculos. Um estudo feito pela Universidade de Vermont (EUA) com remadores mostrou que aqueles que incluíram suco de cereja na dieta sofreram menos lesões musculares ao longo do período de treinamento.
Salmão
Fonte de ômega-3, poderoso anti-inflamatório que também ajuda na recu­peração muscular após os exercícios. Se você malha à noite, procure a­cres­centar esse alimento no jan­tar. A recomendação é de uma posta (150 g), duas ou três vezes na semana.
Mel
Contém carboidrato de rápida absorção, além de cálcio, cobre, ferro, magnésio, fósforo, vitaminas B, C, D e E, que ajudarão na recuperação muscular. “O mel possui, ainda, um teor considerável de antioxidantes, como os flavonoides e fenólicos, que minimizam os efeitos dos radicais livres produzidos durante a prática de exercícios”, diz a nutricionista Cynthia Antonaccio. A indicação é de duas ou três colheres de sopa misturadas com fruta ou iogurte desnatado.
Suco de uva
Além de ser rica em substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias, a bebida é indicada para a recuperação muscular. “O ideal é tomar um copo de 250 ml, imediatamente após a  sessão de exercícios”, diz Suzana Bonumá, especialista em fisiologia do exercício e nutricionista de São Paulo.
Quinoa
Este grão é rico em aminoácidos essenciais para pessoas que malham e tor­cem o nariz para carnes. Entre 100 e 150 gramas dele substituem uma porção de carne.
Chocolate amargo
Quem diria: essa delícia é importante no processo de recuperação muscular após o exercício. Ele ajuda no abastecimento das reservas de glicogênio (que fornece energia aos músculos), combate os radicais livres e aumenta, no cérebro, a produção de serotonina, substância responsável pela sensação de bem-estar e de saciedade. Recomenda-se a ingestão diária de 25 gramas de chocolate amargo (entre 50% e 70% de cacau).
Carne vermelha
Excelente fonte de proteína, ferro e zin­co, essenciais na recuperação e na construção mus­cular.  E, justamente por ser uma mi­na de proteína, deve ser consumida sempre que possível em almoços e jantares. A indicação é de pelo menos duas porções (dois bifes de 150 gramas cada, por exemplo), duas vezes na semana.
Soja
Muito se fala dos benefícios de suplementos como o whey protein na construção da massa muscular. Mas, segundo estudo da Universidade de Ohio (EUA), a proteína da soja pode ser tão eficaz quanto a do soro do leite na produção de músculos. Duas colheres de sopa de proteína de soja em pó (13 gramas) equivalem a um bife de filé-mignon pequeno.  E por não ser tão concentrada quanto o whey, a proteína da soja pode ser consumida em maior quantidade sem que você corra o risco de engordar ou sobrecarregar o organismo.
Clara de ovo
Se não quiser comer carne, você pode  fechar com quatro ovos. Mas não se engane: a recuperação muscular é obra da clara e não da gema. “Ela é rica em proteínas de alto valor biológico e aminoácidos, que formam as proteínas e são fundamentais na construção e hipertrofia muscular”, diz Cynthia Antonaccio. “Sem contar que o organismo absorve facilmente esses nutrientes”. É importante, no entanto, consumir o ovo cozido, para não correr o risco de infestar o organismo de bactérias como a salmonela, que provoca febre e diarreia.

Fonte: http://www.sportlife.com.br/nutricao/comida-que-rende-musculo/?utm=maislidas - Por Vanessa Sá